quinta-feira, 5 de março de 2015

O que é Semântica? com exercício



Semântica é um ramo da linguística que estuda o significado das palavras, frases e textos de uma língua. A semântica está dividida em: descritiva ou sincrônica – a que estuda o sentido atual das palavras e em histórica ou diacrônica - a que estuda as mudanças que as palavras sofreram no tempo e no espaço. A semântica descritiva estuda o significado das palavras e também as figuras de linguagem. O estudo do significado das palavras pode ser dividido em: sinonímia, antonímiahomonímia e paronímia:

Sinonímia – é o estudo da relação de duas ou mais palavras que possuem significados iguais ou semelhantes, ou seja, os sinônimos: Ex.: cara/rosto, quarto/dormitório, casa/lar/morada.

Antonímia – é o estudo da relação de duas ou mais palavra que possuem significados diferentes, ou seja, antônimos: Ex.: amor/ódio, dia/noite, calor/frio.

Homonímia – é o estudo da relação de duas ou mais palavras que possuem significados diferentes, porém, possuem a mesma forma e som, ou seja, os homônimos. Estas se dividem em: Homófonas – acento/assento, conserto/concerto; Homógrafas – pode/pôde, olho/olho; Perfeitas – rio/rio, são/são/são.

Paronímia – é o estudo da particularidade de duas palavras que apresentam semelhança na grafia e na pronúncia, mas têm significados diferentes: eminente/iminente, absolver/absorver.

A semântica estuda também a denotação e a conotação das palavras:

Denotação – é a propriedade que possui uma palavra de limitar-se a seu próprio conceito, de trazer apenas o significado original. Ex.: As estrelas do céu. Vesti-me de vermelho. O fogo do isqueiro.

Conotação – é a propriedade que possui uma palavra de ampliar-se no seu campo semântico, dentro de um contexto, podendo causar várias interpretações. Ex.: As estrelas do cinema. O jardim vestiu-se de flores. O fogo da paixão.

Você já pensou na importância que as palavras ou as frases têm quando queremos expressar uma ideia ou escrever um texto? Pois é, ao escrever ou falar, valemo-nos do significado das palavras, para propositalmente mostrarmos a nossa intenção. Se quisermos ser objetivos no que redigimos ou falamos, precisamos utilizar uma linguagem denotativa, a palavra ou sentença empregada está na sua significação usual, literal, referindo-se a uma realidade concreta ou imaginária. Por exemplo, a publicação da seguinte manchete no jornal: “NÃO CHOVE NO NORDESTE HÁ DOIS MESES”. 
O verbo chover está sendo empregado numa linguagem denotativa, pois a sua significação é literal, refere-se à precipitação pluviométrica ou, trocando em miúdos, à água que cai do céu. Agora, se quisermos evocar idéias por intermédio da emoção ou subjetividade, temos a linguagem conotativa, que corresponde a uma transferência do significado usual para um sentido figurado. 
Quando isso acontece, as figuras enriquecem o texto ou discurso. Por exemplo, se lermos em um site de relacionamento a seguinte frase: “NÃO CHOVE EM MINHA HORTA HÁ ALGUM TEMPO.”, o verbo chover, aqui, não está num sentido literal, mas figurativo, porque o seu significado não dá a ideia de chuva propriamente dita, mas de que faz algum tempo que uma pessoa que não tem nenhum relacionamento com alguém.
Portanto, as palavras, expressões e enunciados da língua atuam em dois planos distintos: a linguagem denotativa e a linguagem conotativa. Vejamos cada uma delas com mais detalhes, para saber quando e por que as usamos.
Linguagem denotativa Leia o texto abaixo.
Há alguns anos, o Dr. Johnson O’ Connor, do Laboratório de Engenharia Humana, de Boston, e do Instituto de Tecnologia, de Hoboken, Nova Jersey, submeteu a um teste de vocabulário cem alunos de um curso de formação de dirigentes de empresas industriais, os executivos. Cinco anos mais tarde, verificou que os dez por cento que havia revelado maior conhecimento ocupavam cargos de direção, ao passo que dos vinte e cinco por cento mais “fracos” nenhum alcançara igual posição.
Isso não prova, entretanto, que, para “vencer na vida”, basta ter um bom vocabulário; outras qualidades se fazem, evidentemente, necessárias. Mas parece não restar dúvida de que, dispondo de palavras suficientes e adequadas à expressão do pensamento de maneira clara, fiel e precisa, estamos em melhores condições de assimilar conceitos, de refletir, de escolher, de julgar, do que outros cujo acervo léxico seja insuficiente ou medíocre para tarefa vital da comunicação.
expressão eficaz. É um círculo vicioso, sem dúvida: “nossos hábitos
Pensamento e expressão são interdependentes, tanto é certo que as palavras são o revestimento das idéias e que, sem elas, é praticamente impossível pensar. Como pensar que “amanhã tenho uma aula às 8 horas”, se não prefiguro mentalmente essa atividade por meio dessas ou outras palavras equivalentes? Não há como se pensar no nada. A própria clareza das idéias (se é que a temos sem palavras) está intimamente relacionada com a clareza e a precisão das expressões que as traduzem. 
As próprias impressões colhidas em contato com o mundo físico, através da experiência sensível, são tanto mais vivas quanto mais capazes de serem traduzidas em palavras – e sem impressões vivas não haverá linguísticos afetam e são igualmente afetados pelo nosso comportamento, pelos nossos hábitos físicos e mentais normais, tais como a observação, a percepção, os sentimentos, a emoção, a imaginação”. De forma que um vocabulário escasso e inadequado, incapaz de veicular impressões e concepções, mina o próprio desenvolvimento mental, tolhe a imaginação e o poder criador, limitando a capacidade de observar, compreender e até mesmo de sentir. (...)
apenas expansões instintivas dos primitivos, dos infantes edos irracionais.
Portanto, quanto mais variado e ativo é o vocabulário disponível, tanto mais claro, tanto mais profundo e acurado é o processo mental da reflexão. Reciprocamente, quanto mais escasso e impreciso, tanto mais dependentes estamos do grunhido, do grito ou do gesto, formas rudimentares de comunicação capazes de traduzir



(GARCIA, Othon M. Comunicação em Prosa Moderna. 8 ed. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 1980, p. 155-56).

Otton M. Garcia, nesse texto, trata sobre a importância de termos um vocabulário amplo, pois quanto mais palavras conhecermos, mais condições teremos de nos expressar quando comunicamos. Todavia, se tivermos um vocabulário escasso e inadequado, teremos grandes dificuldades em expor nossas idéias e compreender o que outras pessoas dizem. Para expor essa temática da importância do vocabulário, Garcia utilizou-se de uma estatística feita nos Estados Unidos, comprovando que aquelas pessoas que tinham revelado um maior vocabulário se tornaram chefes de seus setores, no entanto, entre aqueles que tinham um vocabulário muito limitado, nenhum chegou a ocupar tal posto.
As palavras usadas no texto por Garcia, para desenvolver este assunto, são, na sua grande maioria, abstratas, tais como “conhecimento, posição, qualidade, pensamento, expressão etc.”, pois fazem referência a conceitos, preservando seu sentido literal.
Portanto, há linguagem denotativa quando tomamos a palavra no seu sentido usual ou literal, isto é, naquele que lhe atribuem os dicionários; seu sentido é objetivo, explícito. Ela designa ou denota determinado objeto, referindo-se a um único sentido. Você se lembra do texto “Para quem não dorme de touca”, cuja personagem entendia tudo literalmente? Segundo o entendimento dessa personagem, a linguagem tem somente uma forma de expressão. Todavia, isso não é verdade, pois ela pode ser conotativa também.
Linguagem Conotativa
Além do sentido literal, cada palavra remete a inúmeros outros sentidos virtuais, conotativos, que são apenas sugeridos, evocando outras idéias associadas de ordem abstrata, subjetiva. Leia o poema abaixo.
No Corpo
De que vale tentar reconstruir com palavras o que o verão levou entre nuvens e risos junto com o jornal velho pelos ares?
O sonho na boca, o incêndio na cama, o apelo na noite agora são apenas esta contração (este clarão) de maxilar dentro do rosto
A poesia é o presente Ferreira Gullar
Ao lermos esse poema, percebemos que as palavras não têm um sentido literal, mas figurativo. O eu-lírico compara seu passado a um jornal velho levado pelo vento. O seu passado é apenas uma memória. Ele começa a reviver esse passado na segunda estrofe, principalmente a sua vivência amorosa (“incêndio na cama”, “o apelo na noite”). Disso, o que ficou no momento (“agora”) são apenas as boas lembranças, que lhes trazem um sorriso estampado no rosto (“(este clarão) de maxilar dentro do rosto”).
É muito comum encontrarmos a linguagem conotativa em textos literários, pois eles têm uma preocupação essencialmente estética. No entanto, a encontramos também em propagandas, textos jornalísticos, histórias em quadrinhos, charges e em outros gêneros textuais. Pois, por meio dessa linguagem se exploram diversos significados de uma palavra, causando o interesse do leitor para a manchete ou provocando o riso e o duplo sentido. Veja esta propaganda a seguir:
O outdoor da Assistência Funeral SINAF “Como arrumar uma coroa” utiliza-se tanto o verbo como o substantivo no seu sentido conotativo (arrumar = conseguir, coroa = senhora idosa) e para contribuir com esse sentido é colocada a imagem de um senhor idoso e jovial (um coroa esperto) ao lado da mensagem escrita. Porém, com o auxílio da imagem (este senhor idoso) atrelada ao nome do produto (Assistência Funeral) se faz uma outra leitura: o verbo arrumar e o substantivo coroa passam a ter seu sentido original, denotativo (conseguir enfeite de flores utilizados em funerais).
É preciso que o destinatário tenha um conhecimento linguístico e cultural para perceber a brincadeira irônica feita na mensagem publicitária como um recurso suavizador do assunto (morte) delicado para nós ocidentais. A ambiguidade suaviza e dissimula a mensagem, mas os dados precisam estar armazenados na memória do público alvo para que ele reconheça o jogo da mensagem.
Os provérbios ou ditos populares são também um outro exemplo de exploração da linguagem no seu uso conotativo. Assim, "Quem está na chuva é para se molhar" equivale a "Quando alguém opta por uma determinada experiência, deve assumir todas as regras e consequências decorrentes dessa experiência". Do mesmo modo, "Casa de ferreiro, espeto de pau" significa “O que a pessoa faz fora de casa, para os outros, não faz em casa, para si mesma.”
Leia, agora, este texto jornalístico.
A seca está de volta
Um dia, em janeiro passado, anunciada pelo pau d’arco que não floriu, pelo jabuti que não pôs, pelo pássaro João-de-barro que fez sua casa com a porta virada para o nascente, a seca reapareceu no Nordeste e plantou-se em Irecê, na Bahia. Dali, espalhou-se pelo centro do Estado: consumiu terras de Ibitiba, Ibipeba, Jussara, Brumado, Barra do Mendes e de mais 140 municípios. Com duas semanas, tomou Xique-Xique da influência do rio São Francisco.
Depois saltou para o norte de Minas Gerais e apoderou-se de Janaúba, Espinosa, Mato Verde, Porteirinha, Várzea de Palma e de mais de 35 cidades. Então retrocedeu, cortou o sul da Bahia e insinuou-se pelo sudeste do Piauí. Dormiu por muitas noites em São Raimundo Nonato. Acordou de outras tantas em São João do Piauí, Simplício Mendes, Paulistana, Jaicós e Picos, onde era aguardada pelo antropólogo popular João Feliciano da Silva Rego que, em dezembro do ano passado, no dia de Santa Luzia, fizera a experiência das três pedrinhas de sal e sentenciara para os incrédulos:
- A seca está chegando.
Ela ocupou Afrânio, Parnamirim, Bodocó, Trindade e Salgueiro, no oeste de Pernambuco, e reduziu à metade o movimento comercial na rotineira feira de gado de Ouricuri. Foi vista chegando em dias de março no oeste do Rio Grande do Norte, onde permanece no Vale do Siridó, e no sudoeste do Ceará, na região dos Inhamus, onde encontrou bom abrigo. Trilhou depois os caminhos sertanejos da Paraíba e estimulou agricultores a invadir três cidades. Alastrou-se em seguida pelo oeste de Alagoas e está agora crescendo lentamente no nordeste de Sergipe. Já engoliu até hoje 811 mil quilômetros quadrados de 736 municípios, 2 dos quais considerados irrecuperáveis em termos de produção agrícola. E atinge direta e indiretamente 12 milhões de pessoas.
NOBLAT. Ricardo. A arte de fazer um jornal diário. São Paulo: Contexto, 2003. p.102-03
Nesse texto vemos que o objetivo do jornalista Ricardo Noblat é escrever sobre a seca que devastou o Nordeste brasileiro. Para isso, ele não se utilizou da linguagem denotativa, mas conotativa. Ele procura personificar a seca, ou seja, ele atribui ações humanas para um elemento que não é humano. Essa personificação ocorre mediante uma escolha cuidadosa dos verbos (reapareceu, plantou-se, espalhou-se, consumiu, saltou, apoderou-se, retrocedeu, cortou, dormiu, acordou, ocupou, trilhou, engoliu etc.).
Além disso, observamos que o termo seca só aparece uma vez no título e duas no corpo do texto (uma no primeiro parágrafo e a outra na fala do antropólogo popular), ele procura nomeá-la por figuras verbais que remetem à seca. Noblat recorre, também, aos pronomes (o pronome pessoal ela e o reflexivo se), que ajudam a reforçar no leitor a idéia de um ser dotado de vontade própria, que escolhe os caminhos por onde passará na sua viagem de destruição.
Embora se espere um caráter mais objetivo, mais literal, em um texto jornalístico, a intenção de Noblat foi a de permitir que os leitores pudessem construir uma imagem dos efeitos da passagem da seca pela região. Para isso, precisava atribuir a esse fenômeno um comportamento quase humano, algo que só pode ser obtido pela exploração do uso figurado de vários termos. O resultado é um texto quase poético que nos permite visualizar as cidades flageladas e imaginar o sofrimento de tantas pessoas afetadas.
Portanto, a conotação é a significação subjetiva e figurada da palavra; ocorre quando um termo evoca outras realidades por associações que ele provoca.
O quadro abaixo sintetiza as diferenças fundamentais entre denotação e conotação:
DENOTAÇÃO CONOTAÇÃO palavra com significação restrita palavra com significação ampla palavra com sentido comum do dicionário palavra cujos sentidos extrapolam o sentido comum palavra usada de modo automatizado palavra usada de modo criativo linguagem comum linguagem rica e expressiva
Exemplos de conotação e denotação.
Nas receitas a seguir, as palavras têm, na primeira, um sentido objetivo, explícito, constante; foram usadas denotativamente. Na segunda, apresentam múltiplos sentidos, foram usadas conotativamente. Observa-se que os verbos que ocorrem tanto em uma quanto em outra - dissolver, cortar, juntar, servir, retirar, reservar - são aqueles que costumam ocorrer nas receitas; entretanto, o que faz a diferença são as palavras com as quais os verbos combinam, combinações esperadas no texto 1, combinações inusitadas no texto 2. Vejam a seguir e compreendam melhor o que acabamos de expor.


Revisando

A Semântica é a parte da linguística que estuda o significado das palavras, a parte significativa do discurso. Cada palavra tem seu significado específico, porém podemos estabelecer relações entre os significados das palavras, assemelhando-as umas às outras ou diferenciando-as segundo seus significado


Sinonímia é a divisão na Semântica que estuda as palavras sinônimas, ou aquelas que possuem significado ou sentido semelhante.



Algumas palavras mantêm relação de significado entre si e representam praticamente a mesma ideia. Estas palavras são chamadas de sinônimos.



Ex: certo, correto, verdadeiro, exato.



Sendo assim, SINÔNIMOS são palavras que possuem significados semelhantes.



A contribuição greco-latina é responsável pela existência de numerosos pares de sinônimos:



adversário e antagonista;

translúcido e diáfano;
semicírculo e hemiciclo;
contraveneno e antídoto;
moral e ética;
colóquio e diálogo;
transformação e metamorfose;
oposição e antítese.


Antonímia É a relação entre palavras de significado oposto



Outras palavras, ainda, possuem significados completamente divergentes, de forma que um se opõe ao outro, ou nega-lhe o significado. Estas palavras são chamadas de antônimos.



Ex: direita / esquerda, preto / branco, alto / baixo, gordo / magro.



Desta forma, ANTÔNIMOS são palavras que opõem-se no seu significado.



Observação: A antonímia pode originar-se de um prefixo de sentido oposto ou negativo:



bendizer e maldizer;

simpático e antipático;
progredir e regredir;
concórdia e discórdia;
ativo e inativo;
esperar e desesperar;
comunista e anti­comunista;
simétrico e assimétrico.



O que são Homônimos e Parônimos:



Homônimos



a) Homógrafos: são palavras iguais na escrita e diferentes na pronúncia:



rego (subst.) e rego (verbo);

colher (verbo) e colher (subst.);
jogo (subst.) e jogo (verbo);
apoio (subst.) e apóio (verbo);
denúncia (subst.) e denuncia (verbo);
providência (subst.) e providencia (verbo).
b) Homófonos: são palavras iguais na pronúncia e diferentes na escrita:


acender (atear) e ascender (subir);

concertar (harmonizar) e consertar (reparar);
cela (compartimento) e sela (arreio);
censo (recenseamento) e senso (juízo);
paço (palácio) e passo (andar).
c) Homógrafos e homófonos simultaneamente: São  palavras iguais na escrita e na pronúncia:


caminho (subst.) e caminho (verbo);

cedo (verbo) e cedo (adv.);
livre (adj.) e livre (verbo).


Parônimos



São palavras parecidas na escrita e na pronúncia:



coro e couro;

cesta e sesta;
eminente e iminente;
osso e ouço;
sede e cede;
comprimento e cumprimento;
tetânico e titânico;
autuar e atuar;
degradar e degredar;
infligir e infringir;
deferir e diferir;
suar e soar.

Questões sobre semântica

1) Assinale a alternativa correta, considerando que à direita de cada palavra há um sinônimo.

a) emergir = vir à tona; imergir = mergulhar
b) emigrar = entrar (no país); imigrar = sair (do país)
c) delatar = expandir; dilatar = denunciar
d) deferir = diferenciar; diferir = conceder
e) dispensa = cômodo; despensa = desobrigação


2) Indique a letra na qual as palavras completam, corretamente, os espaços das frases abaixo.
Quem possui deficiência auditiva não consegue ______ os sons com nitidez.
Hoje são muitos os governos que passaram a combater o ______ de entorpecentes com rigor.
O diretor do presídio ______ pesado castigo aos prisioneiros revoltosos.

a) discriminar - tráfico - infligiu
b) discriminar - tráfico - infringiu
c) descriminar - tráfego - infringiu
d) descriminar - tráfego - infligiu
e) descriminar - tráfico - infringiu


3) No ______ do violoncelista ______ havia muitas pessoas, pois era uma ______ beneficente.

a) conserto - eminente - sessão
b) concerto - iminente - seção
c) conserto - iminente - seção
d) concerto - eminente - sessão

4) Indique o item em que o antônimo da palavra ou expressão em destaque está corretamente apontado.

a) duradouro sucesso - efêmero
b) fama em ascendência - excelsa
c) elegante região - carente
d) sala lotada - desabitada

5) A palavra tráfico não dever ser confundida com tráfego, seu parônimo. Em que item a seguir o par de vocábulos é exemplo de homonímia e não de paronímia?

a) estrato / extrato
b) flagrante / fragrante
c) eminente / iminente
d) inflação / infração
e) cavaleiro / cavalheiro

6) (FMPA- MG) Assinale o item em que a palavra destacada está incorretamente aplicada:

a) Trouxeram-me um ramalhete de flores fragrantes.
b) A justiça infligiu pena merecida aos desordeiros.
c) Promoveram uma festa beneficiente para a creche.
d) Devemos ser fieis aos cumprimentos do dever.
e) A cessão de terras compete ao Estado.

7) Levando em consideração o contexto atribuído pelos enunciados, empregue corretamente um dos termos propostos pelas alternativas entre parênteses.

a) O atacante aproveitou a jogada distraída e deu o ___________ no adversário. (cheque/xeque)
b) O visitante pôs a _____________ no cavalo, despediu-se de todos e seguiu viagem. (cela/sela)
c) No presídio, todos os ocupantes foram trocados de _____________. (cela/sela)
d) O filme a que assisti pertence à ______ das dez. (seção/sessão/cessão)

8) Em “o prefeito deferiu o requerimento do contribuinte”, o termo grifado poderia perfeitamente ser substituído por:

a) apreciou;
b) arquivou;
c) despachou favoravelmente;
d) invalidou;
e) despachou negativamente.

9)  Leia as frases abaixo:

1 - Assisti ao ________ do balé Bolshoi;
2 - Daqui ______ pouco vão dizer que ______ vida em Marte.
3 - As _________ da câmara são verdadeiros programas de humor.
4 - ___________ dias que não falo com Alfredo.

Escolha a alternativa que oferece a seqüência correta de vocábulos para as lacunas existentes:

a) concerto – há – a – cessões – há;
b) conserto – a – há – sessões – há;
c) concerto – a – há – seções – a;
d) concerto – a – há – sessões – há;
e) conserto – há – a – sessões – a .

10) Indique a alternativa que contém a seqüência necessária para completar as lacunas abaixo:
“A ______ de uma guerra nuclear provoca uma grande _______ na humanidade e a deixa _______com relação ao futuro da vida na terra.”

a) espectativa – tensão – exitante;
b) espectativa – tenção – hesitante;
c) expectativa – tensão – hesitante;
d) expectativa – tensão – hezitante;
e) espectativa – tenção – exitante.

11) Complete as lacunas, com a expressão necessária, que consta nos parênteses:

É necessário ________ (cegar-segar) os galhos salientes do _______ (bucho-buxo), de modo a que se possa fazer _____ (xá-chá) com as folhas mais novas.”

a) segar – buxo – chá;
b) segar – bucho – xá;
c) cegar – buxo – xá;
d) cegar – bucha – chá;
e) segar – bucha – xá.

12) Marque a alternativa que se completa corretamente com o segundo elemento do parênteses:

a) O sapato velho foi restaurado com a aplicação de algumas ________ (tachas-taxas);
b) Sílvio _________ na floresta para caçar macacos (imergiu-emergiu);
c) Para impedir a corrente de ar, Luís _______ a porta (cerrou-serrou);
d) Bonifácio ________ pelo buraco da fechadura (expiava-espiava);
e) Quando foi realizado o último ________ ? (censo-senso).

13) (AGENTE DE TRÂNSITO - CESGRANRIO - 2005) Marque a opção em que a palavra entre parênteses é INACEITÁVEL para completar a frase.

(A) O _______________ às vezes pode parecer monótono. (quotidiano)
(B) O _______________ desta divisão está errado. (cociente)
(C) No trânsito todos têm uma _______________ de responsabilidade. (quota)
(D) Já dirige há _______________ anos. (cinqüenta)
(E) Enguiçamos a _______________ quilômetros do posto de gasolina (douze)

Gabarito:

1) A   2) A   3) D   4) A   5) A   6) C  7) a) xeque   b) sela  c) cela  d) sessão   8) C    9) D   10) C
11) A    12) D    13) E
Fonte:
ebah.com.br
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