A comunicação como processo de interação social passa por mudanças e evoluções e com isso surgem obstáculos a serem ultrapassados, medos a serem superados, inclusive no âmbito educacional. No entanto percebemos que o constante desenvolvimento de equipamentos e programas destinados à simulação faz com que seja possível, hoje dar ao aluno a sensação de estar em outra realidade, em uma rede virtual. Este blog tem como objetivo conduzir o uso da tecnologia como recurso atrativo no cotidiano escolar.
Confira os termos mais atuais no mundo da educação
De volta da cobertura do SXSWedu, no Texas, oPorvirtrouxe na mala novos termos que são tendência no mundo da educação. Para que você não fique por fora desses assuntos, nós atualizamos nosso glossário antigo, acrescentando novos conceitos, como a sala de aula na nuvem, desescolarização e Steam. Já sabe o que querem dizer? Ainda não? Então confira essas e outras informações no infográfico abaixo.
Foi-se o tempo em que fazer linhas do tempo era algo complicado. Agora, existem diversas ferramentas online capazes de ajudar nessa tarefa – e não é preciso nem desenvolver a própria. Pode ser útil se você precisa apresentar algo que exija uma linha do tempo, como a linha da Segunda Guerra, das Copas do Mundo, da história da Maconha e até para linhas complexas. Quase todas as ferramentas são “cloud based”, o que quer dizer que você envia os dados, os desenvolvedores criam o infográfico e depois você pode colocá-la como widget no site desejado.
Bem simples, com as datas abaixo e títulos de matérias acima. Foi a escolhida pelo New York Times para fazer uma linha do tempo de todos os arquivos, que pode ser customizada de acordo com a palavra-chave que você escolher. A linha do tempo deles está aqui.
Interessante, colorido e com uma navegação fácil. Não tão bom para matérias, mas ótimo para linhas do tempo de eventos, impérios, reis e outra coisas com uma duração específica.
Com zoom e recursos de redes sociais, pode ser interessante em algumas notícias. A home Page, com uma linha do tempo do vazamento de óleo nos EUA, já dá idéias de como lidar com muitas matérias.
Com ajuda de alunos, professor cria web TV e cobre temas da cidade
O projeto de uma
escola pública de Campo Bom (RS) tornou-se referência nacional ao
reproduzir vídeos feitos pelos alunos sobre a comunidade
No site ficam disponíveis todos os vídeos produzidos pelos estudantes
Foto: Reprodução
O uso de tecnologia dentro da sala de aula ainda é
motivo de inquietação para muitos educadores. Mas em Campo Bom,
município gaúcho a 50 quilômetros de Porto Alegre, um professor não só
criou uma web TV com a ajuda dos alunos como levou o projeto para fora
dos limites da escola. No começo de 2009, o professor de português Jorge
Cesar Barboza Coelho, 35 anos, e seus alunos lançaram o CBB WebTV,
iniciativa que mudou a realidade da Escola Municipal de Ensino
Fundamental Borges de Medeiros e da cidade.
A partir de uma sondagem entre os alunos, Coelho chegou
ao diagnóstico de que a televisão, o celular e outros aparatos
tecnológicos estavam presentes na vida de mais de 90% dos estudantes.
Seguindo um dos seus princípios, de que projetos não podem partir
somente do educador, o professor convocou alunos, pais e colegas de
profissão para pensar uma forma de se apropriar da tecnologia e tornar a
dinâmica das aulas mais atraente, com a criação de um novo projeto de
ensino. "Envolvemos os estudantes em todo o processo. Primeiro
provocando, perguntando se eles achavam as aulas chatas e o que poderia
mudar, até chegar no nascimento do CBB WebTV", explica o professor.
O CBB (sigla para Clube dos Blogueiros do Borges, em
referência à instituição em que foi criado) é um núcleo de ideias em
forma de WebTV, em que alunos - em sua maioria de 10 a 15 anos -
elaboram notícias, reportagens, documentários, entrevistas, enquetes e
programas sobre o cotidiano escolar e outros interesses jovens. Além
disso, promovem coberturas ao vivo dos eventos relevantes da cidade de
Campo Bom. Em 2011, o projeto evoluiu, e a grade foi organizada em
diversos canais: o CBB News, o CBB Live, o CBB Defender (reportagens
sobre bullying) e o CBB Sports.
Projeto inspira outras escolas da cidade
Com recursos da Secretaria Municipal de Educação e
Cultura, o projeto envolve anualmente cerca de 100 alunos e hoje não se
limita apenas à Escola Borges de Medeiros. Atualmente nove instituições
da rede pública de Campo Bom participam da iniciativa. Esse sucesso do
CBB WebTV fez com que o coordenador se tornasse um dos dez ganhadores do
Prêmio Victor Civita Educador Nota 10 de 2012, concedido anualmente
pela Fundação Victor Civita.
O projeto também esteve entre os vencedores da 6ª edição
do Prêmio Professores do Brasil, iniciativa do Ministério da Educação
(MEC) e, em 2011, representou o País na seletiva internacional do Prêmio
Educadores Inovadores da Microsoft, em Washington (Estados Unidos),
após vencer a etapa nacional. O trabalho do professor em frente ao
projeto foi reconhecido também pela administração municipal: Coelho foi
convidado, no começo de 2012, para trabalhar na Secretaria Municipal de
Educação e Cultura de Campo Bom.
A mudança na dinâmica da sala de aula causada pelo CBB -
que já envolveu, desde o início, cerca de 800 alunos - incentivou
outros professores a pensar em novas formas de avaliação. "São
necessários exemplos motivadores que incentivem os professores a ousar.
Hoje a maioria está envolvida no CBB e inclusive usa alguns programas
como avaliação em suas disciplinas", conta Coelho. A forma de avaliação
tradicional é alvo de críticas do coordenador do projeto. "Na escola,
não há espaço para o aluno errar. Você faz uma prova e, se se equivocar,
perde nota. E na vida não é assim. Nós erramos, é normal. Errar e
aprender com o erro. Temos que estar cientes disso no momento de avaliar
alguém e de criar dinâmicas de aprendizado", opina.
No começo do projeto, segundo o professor, alguns alunos
até buscavam participar em busca de uma compensação no boletim. Hoje,
segundo ele, todos se envolvem muito mais, "vestem a camisa em diversas
frentes", como por exemplo, campanhas de arrecadação promovidas pela
escola, que acabam sendo lideradas por integrantes do CBB. Para o
professor, a impressão é de que a cidade passou a valorizar mais a
educação e a escola depois do projeto. "Isso se deve ao fato de não
fazermos do CBB WebTV uma ação isolada. Nossa intenção é integrar cada
vez mais pessoas", diz.
Qualquer estudante pode fazer parte do CBB WebTV,
enviando matérias e trabalhos. Quando o nível de comprometimento é alto,
este aluno recebe o título de CBB Master e passa a fazer parte de uma
equipe fixa, que auxilia estudantes e educadores nas ações digitais. Um
dos CBB Master é Gabriel Tonin, aluno do 9º ano da Escola Estadual
Borges de Medeiros. Envolvido no projeto desde o princípio, o estudante
de 13 anos criou o canal que hoje se chama CBB Games.
"Fazíamos programas com jogos como Age of Empires e
íamos aprendendo sobre a Idade Média, por exemplo. Discutíamos como os
castelos eram construídos e de que maneira as armaduras dos guerreiros
medievais eram feitas", explica o estudante. Para Gabriel, a máxima
"estudar se divertindo" é o melhor do projeto.
Quando o assunto são redes sociais dentro da escola, muita gente torce o nariz e garante que os professores
são pouco hábeis nelas, não sabem usá-las e ainda são os principais
dificultadores para inseri-las nos aprendizado em sala de aula e em
casa. Na contramão deste cenário, há quem defenda essas ferramentas não
como inimigas, mas como aliadas dos educadores. É o caso de Américo
Amorim, cofundador do Daccord, empresa especializada em plataformas de
ensino, que falou sobre o uso das redes sociais educacionais durante Série de Diálogos o Futuro se Aprende sobre Tecnologias na Educação, promovida pelo Porvir e pela Fundação Telefônica.
Amorim defende que o uso de redes sociais educacionais permite que o professor
amplifique – e muito – suas possibilidades de ações pedagógicas.
Afinal, em apenas um lugar, ele pode compartilhar documentos, fotos,
mapas ou trocar mensagens com alunos e outros profissionais. Pode ainda
criar comunidades para discussões temáticas, aplicar de testes e provas,
propor quizzes e publicar agenda de atividades. Ainda de acordo com
Amorim, o uso dessas ferramentas ajuda a manter os aluno em um ambiente
propício, sem nada que não seja extraclasse ou extra-aprendizagem. “O
poder de controle do professor é uma das grandes vantagens do uso das
redes sociais na educação ao permitir que alunos se reúnam em um
ambiente seguro, além de garantir a intercâmbio de experiências e de
práticas pedagógicas entre os professores”, avalia.
Um dos exemplos de redes sociais existentes e mencionados por Amorim é a Edmodo,
que neste ano chegou a 12 milhões de usuários. A plataforma, repleta
dessas funcionalidades, permite que os professores acompanhem a
frequência e o desempenho dos alunos. Outra rede social com os mesmos semelhantes é a americana Teamie, disponível em inglês. Há também a brasileira Tria, com foco no ensino médio, que tem 10 mil usuários por mês trocam informações e conteúdos.
A Turma do Som é
mais um exemplo de rede social, mas esta foi criada pelo próprio
Amorim. A plataforma, que possui 25 jogos, foi desenvolvida para ajudar a
incentivar estudantes a aprenderem música em sala de aula. A ferramenta
está sendo usada em cinco escolas em Pernambuco, São Paulo e Minas
Gerais. Nela, os professores ajudam os alunos no aprendizado dos
fundamentos da teoria musical a partir de aulas separadas por quatro
blocos temáticos: som (timbre), altura, tempo e estrutura. Os conteúdos
são trabalhados por vídeos animados, com personagens no estilo dos desenhos japoneses e depois em jogos.
Amorim explica que decidiu criar a
plataforma devido à lei instituída em 2008 que determina 2012 como o
ano-limite para que todas as escolas públicas e privadas do país adaptem
seus currículos para oferecer conteúdos de educação musical no ensino
básico. Com ela, além de dar suporte ao ensino e ajudar nesse momento de
transição, o software também ajuda os professores a se capacitarem.
O desafio do uso
Segundo levantamento feito no ano passado pela Cetic.Br e
citado por Amorim no evento, 95% dos professores usam a internet para
pesquisas e 91% para enviar e-mails. Já 70% deles não apresentam
dificuldade para acessar redes sociais. Apesar do uso da web a caminho
da universalização, ressalta Amorim, o desafio é fazer com que os
professores realmente se apropriem dessas ferramentas. Um exemplo claro
disso é que 95% dos educadores disseram não usar tecnologias para
avaliar tarefas de casa. Para Amorim, as redes sociais deveriam ser
aliadas do professor para otimizar os processos educativos fora da
escola – como nos trabalhos de casa, por exemplo.
Ainda de acordo com o estudo da
Cetic.Br, 86% dos professores não usam recursos tecnológicos no apoio
individual, o que impede um ensino personalizado dos alunos “que estão
fora da curva”. Enquanto isso, 73% disseram não usar jogos educativos ou
para trabalhos em grupo.
Apesar de ainda haver alguma resistência aqui ou ali, os governos
de todo o mundo estão cada vez mais atentos sobre a necessidade de se
colocar as tecnologias móveis, como celulares e tablets, a serviço da
educação. Mas como só vontade não garante bons resultados, a Unesco
publicou um guia
com 10 recomendações políticas em que tenta ajudar governos a
implantarem esses recursos nas salas de aula. E aos que ainda não estão
100% convencidos dos benefícios de um uso integrado da tecnologia com os
objetivos pedagógicos, o guia, apresentado em Paris na semana passada
durante a Mobile Learning Week, traz ainda 13 bons motivos para ter esse
aliado na educação.
“Cada país está em um nível diferente no uso das tecnologias móveis
em sala de aula. Por isso, é importante que cada um use o guia adaptado
às suas necessidades locais”, diz Steve Vosloo, coordenador do projeto. O
especialista conta que a ideia de lançar essas recomendações surgiu a
partir da constatação de que, mesmo considerando o uso das tecnologias
em sala de aula algo pedagogicamente importante, muitos governos não
sabiam por onde começar. A questão do acesso já havia sido mais ou menos
resolvida; o problema agora era dar significado a esse uso.
Especialistas da Unesco espalhados pelo mundo começaram a elaborar um
guia com orientações que servissem a qualquer governo, independentemente
do grau de maturidade que o país estivesse nesse debate.
crédito burak çakmak / Fotolia
Até por isso, o documento começa com uma orientação que parece
simples: ter políticas que incentivem o uso das tecnologias móveis em
sala de aula. Isso pode querer dizer tanto criar políticas da estaca
zero ou ainda atualizar políticas que foram criadas no momento em que as
tecnologias móveis ainda não eram tão acessíveis. “As diretrizes
políticas relacionadas ao aprendizado móvel que forem criadas devem
estar em harmonia com as que já existirem no campo das TIC”, afirma a
Unesco no documento.
Na sequência, o guia traz à luz a necessidade de se treinar
professores e de fazer isso com o uso de tecnologias móveis, para que
eles também se apropriem dessas ferramenta na vida deles. “No Brasil, os
professores têm certa resistência em incorporar novas tecnologias. A
sala de aula ainda é o lugar de desligar o celular”, afirma Rebeca
Otero, coordenadora de Educação da Unesco no Brasil, que avalia que
parte disso se deve ao fato de o professor ainda não estar completamente
familiarizado com essas ferramentas. “Isso faz com que muitas
oportunidades educacionais se percam, especialmente no ensino médio,
época em que o aluno já está ligado e nas redes”, completa ela.
Outras recomendações presentes no documento dizem respeito à criação
de conteúdo adequado e à promoção do uso seguro e saudável das
tecnologias. Com essas orientações, acredita a Unesco, os governos
estarão mais próximos de usufruir dos benefícios do aprendizado móvel,
dentre eles ampliar o alcance e a equidade da educação e facilitar o
aprendizado personalizado.
Confira, a seguir, um infográfico com as 10 recomendações e os 13 bons motivos para se usar tecnologias móveis em sala de aula.
Sabemos que pessoas que trabalham em
sites e blogs em sua maioria tem como objetivo ser encontrado facilmente pelo
seu público Alvo, e sabemos que isto não acontece somente com ações nas Mídias
Sociais, mas também com o trabalho nos mecanismos de busca, em especial o
Google (Google é utilizado por mais de 80% dos internautas brasileiros).
Para que possamos ser encontrados
facilmente por nosso público através do Google, é necessário usar uma série
de técnicas de SEO (Serch Engine
Optimization), porém entre estas técnicas, uma que é
essencial e básica é a estratégia no momento da produção do
conteúdo.
A pessoal que escreve no site ou no
blog, é quem têm a responsabilidade de promover o conteúdo para que
este possa ser facilmente encontrado por meio do Google e pelas outras
ferramentas de pesquisa. Nesta postagem vou focar na realidade de quem utiliza blog
em WordPress, mas basicamente as técnicas são as mesmas para outros
canais, mudando apenas a forma de como fazer em sites e outras plataformas de
blog.
Para aplicar as técnicas de SEO durante
a produção do conteúdo e necessário:
Texto
- Escreva o texto pensando em como seu público alvo procurará por este
conteúdo, lembrando que o Google não é o foco, mas apenas a ferramenta que
permite este contato, sua meta e atingir o internauta.
- Elabore um título eficaz (no máximo
60 caracteres que é o permitido pelo Google). procure inserir na própria
descrição apalavra-chave (Tema alvo) do seu artigo;
- Na primeira linha do texto (Título
interno) coloque o objetivo do artigo de forma mais detalha do que no
título principal, e marque este texto em negrito, não esquecendo de inserir a palavra-chave central.
- Procure de alguma forma citar
novamente a palavra-chave no primeiro parágrafo e
também em outras áreas do texto, porém sem forçar a barra e parecer que esta
sendo repetitivo na sua escrita;
- Insira no texto outras
palavras-chaves que representam o assunto em questão, procurando deixá-las em negrito
ou itálico.
- A quantidade de texto ideal para uma postagem segundo as técnicas de
SEO, são de 300 palavras, mas isto é apenas um parâmetro, tente se manter
próximo disso caso não alcance as 300 palavras, o importante é apresentar
sua ideia.
Imagem
- Insira imagens que representem o assunto que se esta sendo postado;
- Insira descrição na área de Título da imagem relacionado com o título
do artigo sempre focando na palavra-chave;
- Procure renomear o nome do arquivo de
imagem com o mesmo nome do assunto, isto dará maior relevância à imagem.
Ao inserir a imagem, insira a descrição relativa ao tema na área “Texto
Alternativo“( também conhecido como “Alt“).
Vídeo
Procure na medida do possível inserir vídeos em suas postagens, isto faz
com que a taxa de permanência em seu blog aumente.
Não deixe de levar em consideração que mesmo tendo um vídeo, é
importante inserir texto e imagem ao seu artigo. O texto é parte fundamental de
uma postagem para ser avaliado pelos algorítimos dos mecanismos de
busca (programas que avaliam as regras de SEO dos Canais na WEB).
Links Internos
Procure sempre fazer links para outros artigos do seu blog que sejam
relacionados ao mesmo tema.
Links Externos
De acordo com a realidade do seu texto, algumas vezes você utilizará informações
de outras fontes, neste caso, cite a fonte, informe o link,mas sobre tudo, não copie o conteúdo na integra,
faça apenas um citação, convidando seu leitor a ler o conteúdo na integra no
site do autor.
Área de Resumo
Esta área é de extrema importância, pois a descrição que for inserida
nesta área é o resumo que aparecerá nos mecanismos de busca quando alguém
encontrar seu contanto, então, mais uma vez elabore um texto estratégico
focando no tema chave do seu artigo, de forma a convencer o internauta escolher
o seu artigo em relação aos outros.
Tags: Nesta área insira as palavras-chaves
que estão dentro do seu artigo,não insira palavras que não
estão descritas dentro do artigo, e tenha bom senso, seja objetivo na quantidade
de palavras-chaves a utilizar.
Estas são algumas técnicas básicas que farão seu conteúdo estar melhor
posicionado nos mecanismos de busca. Se você ainda não usava estas técnicas,
então aproveito a ocasião para atualizar seus artigo antigos para que eles
possam ficar com maior relevância e serem encontrados mais facilmente
pelo seu público-alvo.
Semana passada por ocasião do convite à esta entrevista , fiquei motivado a escrever sobre regras de uso no Facebook, veja o artigo: Regras de uso no Facebook.
A matéria que foi ao ar no Jornal da Canção Nova (CN notícias) fala da importância de ter atenção as regras de uso das redes sociais, a matéria contou com a participação de dois profissionais distintos: o advogado Dr. Alessandro Moreira Leite especializado em direito digital e eu Paulo Moraes consultor em mídias sociais.
Considerando o ponto de vista deste dois profissionais é possível que o usuário entenda melhor sobre o seu direito diante do uso das redes sociais e também sobre alguns cuidados para a criação de uma conta nestes canais.
Conheça os principais serviços do Google e saiba como trabalhar com eles
São muitas as ferramentas disponibilizadas pelo Google, porém, maioria destes serviços não são conhecidas pelo público. Um pequeno exemplo desta situação é a plataforma de vídeo do Youtube, conheço muitas pessoas que não sabiam que este serviço é do Google.
Decide criar este artigo para listar boa parte dos serviços oferecidos pelo Google destinados ao usuário de nível básico e intermediário, informado a ferramenta . o que ela faz e também apresentando um canal oficial do Google em português para conhecer com mais profundidade os recursos de cada um deles serviços.
A proposta é que você aprenda usar os recursos de cada ferramenta oferecida pelo Google, além é claro de ter a informação oficial, diretamente de quem criou o serviço.
Google Chome: Navegador Web, principal concorrente do Internet Explorer, Opera e Firefox, atualmente é número 1 da Web Central de ajuda
Contas: Este é o canal principal dentre os serviços do Google,considerado o mais importante, pois, é aqui que configuramos senhas e outros regras de segurança para sua conta do Google.
O serviço do Google passou por um processo de reformulação e interligou todos os serviços, de forma que com um único usuário e senha podemos acessar qualquer serviço do Google, além é claro de ajustar todos eles por meio deste canal chamado “Contas”: Central de ajuda
Gmail: Melhor gerenciador de e-mail presente na web, oferecendo vários recursos inovadores, além de estar interligado com outros serviços do Google, facilitando a comunicação: Aprenda Sobre
Google+: Hoje considerado principal ferramenta de estratégia do Google, esta ferramenta é uma rede social que de certa forma substitui o Orkut, porém, é a principal concorrente do Facebook. Aprenda sobre
Este serviço além de oferecer infinitamente mais recursos que o Facebook, tem integração com os principais serviços do Google, como o Gmail, Youtube, Google Agenda, Google Mapas entre outros. Aprenda sobre
Youtube: Principal canal de vídeo na web. Além de ser o principal canal de cntéudo em vídeo, dando a oportunidade de todos apresentarem seu conteúdo neste canal, o Youtube passou a disponibilizar locação e venda de filmes, além é claro de uma série de outras novidade que você aprender clicando aqui.
Google Play: Biblioteca de aplicativos para usuários de dispositivos que utilizam o Android, além de aplicativos de todos os gêneros, o Google Play, também esta comercializando livros eletrônicos e filmes. Aprenda mais
Blogger: Segunda maior plataforma da Web para criação gratuita de blogs, sendo a pioneira neste segmento, veja como funciona o serviço .
Grupos do Google: Um espaço dedicado para assuntos temáticos, geralmente frequentado por profissionais ou adeptos de determinado segmento que desejam ter um espaço dedicado à discussão de assuntos específicos. Conheça mais.
Bate-papo: Serviço de mensagem instantânea do Google, conheça melhor.
Este são apenas alguns, mas, é possível você todos os serviços que o Google oferece a apreder como utilizá-los neste link: http://support.google.com/?hl=pt-BR
Contato com as
plataformas permite que os estudantes desenvolvam habilidades como diálogo e
senso de responsabilidade
07 de
fevereiro de 2013 | 12h10
Os blogs podem ser importantes
ferramentas para desenvolver habilidades relacionadas à escrita e comunicação
com os alunos. Mas seu uso não se restringe aos textos. O contato com as
plataformas permite que os estudantes desenvolvam outras habilidades como
diálogo e senso de responsabilidade, ao terem que, por exemplo, responder os
comentários ou administrar questões de direitos autorais sobre o que publicam.
Para ajudar os educadores sobre o uso dos blogs em sala de aula, Ben Curran,
professor e consultor educacional em uma escola em Detroit, nos Estados Unidos,
dá dicas, passo a passo, de como criar um blog, usá-lo em classe e até como
ampliar seu acesso por meio de hashtags no Twitter, como é o caso da #comments4kids, criada por especialistas para chamar
pessoas a comentarem em trabalhos de estudantes de todo mundo.
Segundo Ben Curran, criar um blog, para muitos, é
sinônimo de “trabalheira”, mas o especialista garante que vale a pena. “É
importante que os alunos tenham seus textos lidos por mais pessoas do que
apenas pelo professor. O impacto é imensurável quando eles veem que suas
publicações estão sendo lidas por familiares, colegas e pessoas de todo o
mundo. É uma forma de fazê-los se atentarem a tudo, desde ao simples hábito da
escrita até a escolha de palavras para se comunicar com mais clareza”, afirma o
consultor à Education Week.
Segundo ele, outros avanços são bastante claros: os
alunos ficam mais cautelosos para escrever, criam o costume de ler e reler os
textos antes de enviá-los ou publicá-los, estabelecem uma relação de troca com
os colegas compartilhando textos para revisão. “Os meus alunos, por exemplo,
passaram a ter conversas mais significativas sobre a escrita, fazem perguntas e
observações mais sofisticadas do que faziam antes. Eles se tornaram escritores
e passaram a viver ‘vida de escritores’, o objetivo final de qualquer
professor”, diz ele que é fundador da Engaging Educators, iniciativa que ajuda professores a se engajarem a
partir do uso da tecnologia. Em outras situações, afirma, produzir um blog
amplia a abordagem de novos conteúdos em sala de aula, como o uso das mídias
sociais, cidadania digital e direitos autorais.
Acompanhe as dicas:
1. Foco no tema
O primeiro passo que o professor precisa ter em mente é a
escolha do tema que deseja trabalhar com os estudantes. O ideal é que o tema
sirva como apoio a disciplina que esteja ensinando. Os assuntos podem variar,
desde diários reflexivos de matemática ou ciências, resenhas de livros ou até
mesmo artigos de opinião sobre atualidades. No caso do professor Curran, seus
alunos mantêm blogs que estimulam à prática de textos sobre política, como a
revolta da Síria, aos conflitos étnicos, como o assassinato do jovem negro
Martin Trayvon, 17, que estava desarmado e foi morto no ano passado por um
vigia voluntário nos Estados Unidos. Enquanto outra plataforma, permite que os
alunos compartilhem cartas que escreverem sobre questões sociais. E ainda, um
último blog foi produzido sobre os livros que os alunos estão lendo.
2. Formato e
plataformas
Depois de focar em um temática, é preciso pensar em
formatos e plataformas. O professor precisa decidir se quer criar um único
blog, onde podem ser abarcados diferentes assuntos ou criar várias plataformas.
A vantagem de criar um único blog é o “controle de qualidade” sobre as publicações,
já que é o professor o administrador de tudo que é postado. Em contrapartida,
isso exigirá mais tempo dele, já que precisará revisar e publicar os textos
enviados por e-mails pelos estudantes. Outra opção, é que a criação de blog
individuais pelos alunos. Neste caso, cada um tem um nome de usuário e senha
individuais, e é responsável por suas próprias postagens. Uma boa opção de
plataforma que pode ser adotada é o Blogger. O professor pode criar a plataforma e os alunos, acima
de 13 anos, (idade mínima para configurar contas do Google), podem se cadastrar
como autores. Dessa forma, o professor tem controle total sobre o conteúdo e os
comentários. Outra alternativa é o KidBlog, desenvolvida especialmente para que
professores e estudantes criem seus blogs individuais.
Em ambas as plataformas, que são gratuitas, é possível
ainda gerenciar o nível de privacidade: ser totalmente privada, ter acesso
restrito, ou seja, ser aberta apenas aos colegas de classe, ou ficar disponível
para toda a web. Além disso, para garantir a segurança do que é postado, o
professor pode ainda se inscrever por e-mail ou RSS para receber notificações
automáticas sempre que novas publicações forem postadas.
3. Preparo e
prática
Outro aspecto importante é a estruturação do blog
(edição, revisão e interação com os leitores) e o preparo dos estudantes em
relação ao senso de responsabilidade, já que os trabalhos publicados deixam de
ser vistos somente pelo professor, mas por qualquer pessoa do mundo com acesso
à internet.
4. Divulgação
A última etapa é divulgação dos blogs. O objetivo é que
os professores estimulem seus alunos não somente a ler as publicações dos
colegas, mas que comentem uns os textos dos outros. Para atrair leitores para
além da sala de aula, um outro professor americano, William Chamberlain,
decidiu criar a hashtag #comments4kids, para ampliar o número de leitores dos
blogs criados por seus alunos.
Saiba como controlar uma apresentação em PowerPoint pelo seu Smartphone
Este artigo é dicado aos profissionais que ministram palestras,
treinamentos, workshops e reuniãos utilizando DataShow para apresentar seu
trabalho.
Sabemos como é desagradável realizar uma apresentação e precisar de uma
pessoa só para controlar a apresentação, ou ainda o palestrante ter que
fazer isto.
Uma opção prática é comprar um controle remoto para controlar a
apresentação, porém, mais eficaz do que comprar um aparelho só para esta
finalidade, é aproveitar de seu Smartphone ou Tablet adicionando à ele
esta função.
Qual a vantagem disto?
Além de controlar o avanço e retrocesso de sua apresentação, você poderá
visualizar na tela do próprio aparelho sua apresentação, com isto não precisará
ficar olhando para traz para ver o que está na apresentação, tendo assim
pleno controle da apresentação apenas olhando para seu Smartphone ou Tablet.
Como instalar?
É necessário instalar o aplicativo Remoto para
o PowerPoint em seu Smartphone ou Tablet e também instalar o
aplicativo em seu sistema operacional, seja Windows ou IOS. Segue o link
para baixar o aplicativo em seu computador e realizar a instalação http://pptremotecontrol.com/install.html
Após instalado é necessário sempre abrir este programa eu seu computar
para que a comunicação aconteça entre o seu dispositivo e sua máquina.
Como a comunicação acontece?
É necessário utilizar a rede W-Fi, pois é por este meio que ambos
os aparelhos irão se comunicar, lembrando que o aplicativo é somente
para o PowerPoint, com isto podemos concluir que é necessário a presença deste
programa em seu computador.
Como utilizar para a apresentação?
·Em seu computador abra a apresentação que deseja utilizar;
·Abra o aplicativo “PPT Remote“;
·Acesse seu Smartphone/Tablet e abra o aplicativo “PPT Remote“
·Clique na opção “Ligue WIFI” (será detectado o seu computador);
·Clique no nome do seu computar para acessar;
·Na próxima tela será exibido o nome da apresentação, clique em “SlideShow”
para começar o manuseio.
Importante: na versão básica do serviço não será exibida a apresentação na
tela de seu aparelho, mas, somente a função de mudar entre slides. Para
acessar os recursos completos é necessário comprar a versão PRO que custa em
média R$12,00. clique aqui para instalar a versão paga.
O Google Plus ainda é um desconhecido
em terras brasileiras, boa parte dos internautas ainda estão encantados com o
Facebook, que é na atualidade a maior rede social em âmbito mundial.
Se comparado ao Facebook, o Google Plus leva uma ampla vantagem em recursos
tecnológicos e em usabilidade, e só não concorre ainda com o Facebook em
popularidade justamente por não ser conhecido entre a maioria dos
internautas.
Penso que a melhor maneira de aprender sobre o Google Plus e
conhecendo os recursos que este serviço oferece.
O que O Google Plus
tem de diferente?
Serviços que fazem a diferença se
comparado ao Facebook, além de outras funções que nem são presentes na rede
social de Mark Zuckerberg. Vamos a uma breve explicação deste recursos:
Perfil
Ao criar um perfil no Google Plus, você tem a opção de adicionar seus
contatos e organizá-los em círculos específicos para quando postar alguma
informação, direcionar para qual ou quais círculos deseja divulgar seu
conteúdo. Além dos circulo é possível também escolher pra qual ou quais
usuários desejo enviar minha postagem.
Temos ainda as formas de postagem que
podem ser “pública“, “Seus círculos” , “círculos estendidos“, ou ainda a escolha de círculos
específicos + contatos específicos.
Círculo
Posso criar, gerenciar, excluir círculos, mudar e copiar contatos de um círculo
para outro.
Eventos
O recurso eventos é muito superior ao mesmo serviço presente no Facebook, pois,
permite a transmissão ao vivo e compartilhada entre os convidados do
evento, assim como também o compartilhamento de fotos deles, diretamente de
seus dispositivos móveis.
Fotos
O álbum de fotos é outro recurso interessante, pois, além das fotos
enviadas por meio de computadores convencionais, envia automaticamente todas as
fotos e vídeos tirados em seus dispositivos móveis que tem o aplicativo Google
Plus instalado.
Comunidade
Este recurso não é presente no Facebook, mas é lembrando por todo ex usuário do
falecido Orkut. Esta função é eficaz dentro do Google Plus, pois, tem como
objetivo promover discussões, semelhantes as realizadas nos grupos do Facebook,
porém, com a característica de falar de vários assuntos organizados
por tópicos. Veja como criar uma comunidade no Google Plus:Criar comunidade no Google Plus
Hangout
O Hangout como é chamado dentro do Google Plus, é um serviço de vídeo
conferência que permite a comunicação de grupos fechados de no máximo 10
pessoas, ou com transmissões públicas ao vivo que ficam
disponíveis no Youtube após termino da conferência. Entenda um pouco mais
sobre o Hangout:O que é um Hangout?
Local
Este recurso é um outro diferencial dentro desta rede social, pois, ele é
semelhante ao serviço de GeolocalizaçãoFoursquare, porém
com recursos que podem ser utilizados diretamente da web e não somente de dispositivos
móveis como é o caso do Foursquare.
Esta ferramenta também engloba outros
serviços de mapeamento ligados a outras ferramenta do Google. Entenda um pouco
mais sobre as funções que podem ser utilizadas juntamente com o Google
Local:Clique aqui para ler
Páginas
Assim como no Facebook, você poderá criar sua fan page para representar seu
negócio, o diferencial é a forma prática e fácil de trabalhar com esta função
dentro do Google plus. Veja como criar e administrar páginas dentro do
GooglePlus