A comunicação como processo de interação social passa por mudanças e evoluções e com isso surgem obstáculos a serem ultrapassados, medos a serem superados, inclusive no âmbito educacional. No entanto percebemos que o constante desenvolvimento de equipamentos e programas destinados à simulação faz com que seja possível, hoje dar ao aluno a sensação de estar em outra realidade, em uma rede virtual. Este blog tem como objetivo conduzir o uso da tecnologia como recurso atrativo no cotidiano escolar.
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Novas Tecnologias na Educação
Postado no orkut por Regina Viegas
http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=15725954074267544782
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Curso de Blog - Professor Michel Fabiano ( Aula 9)
Aprenda hoje como criar uma barra ou menu de navegação no seu blog.
Boa sorte e bons estudos.
Curso de Blogs - Professor Michel Fabiano (Aula 8)
Tira suas Dúvidas sobre as configurações, como mudar o endereço do Blog, como instalar um Template, como achar o endereço do Blog, como divulgar seu Blog e diversos Sites e Blogs para melhor aprendizado.
bjus e boa aula.
Curso de Blogs - Professor Michel e Fabiano (Aula 7)
Bom, hoje vamos aprender a trabalhar do youtube no blog, como montar o video e colocar no meu blog.
bjus e vamos em frente.
Curso de Blogs - Professor Michel Fabiano (Aula 6)
Ola... hoje vamos aprender a editar o perfil e como alterar o layout e inserir os gadgets no seu Blog, como enquete, notícias, slides e muito mais.
bjus e cuidem-se. Espero ter ajudado
Curso de Blogs - Professor Michel Fabiano (Aula 5)
Vamos montar nova postagem e adicionar arquivos para publicação e outros.
bjus e espero estar ajudando a todos com arquivos maravilhosos, excepicional para ampliar seus conceitos e aderir esta ferramenta maravilhosa na educação.
Curso de Blogs - Professor Michel Fabiano (Aula 4)
Na aula de hoje, você irá aprender a inserir imagens nas suas postagens, com uma forma simples e facil, vamos ao passo-a-passo, nesta vídeo aula você aprenderá os dois métodos, através de imagens do computador do usuário e imagens postas já na internet.
Curso de Blogs - Professor Michel Fabiano (Aula 3)
neste momento você aprenderá a fazer postagens, formatações e tudo mais seu post, como fazer suas primeiras postagens, como criar um hiperlink.
Curso de blogs - Professor Michel Fabiano (aula 2)
Como criar sua conta no bloggler e criando seu blog.Vamos ao passo a passo.
Curso de Blogs - Professor Michel Fabiano (Aula 1)
vamos apresentar conceitos basicos.Compartilhando conceitos
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
Dígrafo
Dígrafo é o agrupamento de duas letras com apenas um fonema. Os principais dígrafos são rr, ss, sc, sç, xc, xs, lh, nh, ch, qu, gu.
Representam-se os dígrafos por letras maiores que as demais, exatamente para estabelecer a diferença entre uma letra e um dígrafo. Qu e gu só serão dígrafos, quando estiverem seguidos de e ou i, sem trema.
Os dígrafos rr, ss, sc, sç, xc e xs têm suas letras separadas silabicamente; lh, nh, ch, qu, gu, não.
arroz = ar-roz - aRos; assar = assar- aSar;
nascer = nas-cer - naSer; desço = des-ço - deSo;
exceção = ex-ce-ção - eSesãw;
exsudar = ex-su-dar - eSudar;
alho = a-lho - aío; banho = banho - baÑo;
cacho = ca-cho - kaXo; querida = que-ri-da - Kerida;
sangue = san-gue - sãGe.
Dígrafo Vocálico = É o outro nome que se dá ao Ressôo Nasal, pelo fato de serem duas letras com um fonema vocálico. sangue = san-gue - sãGe Não confunda dígrafo com encontro consonantal, que é o encontro de consoantes, cada uma representando um fonema.
Exemplos de dígrafos chapéu, piscina, carroça, descer, pássaro, mosquito, exceção, galinha, tampa, ponta, índia, comprimido e renda.
O USO DO MAIS, MAS E MÁS
O EMPREGO DE [MAIS]
• Mais é pronome ou advérbio de intensidade, portanto está relacionado com quantidade, aumento, grandeza, superioridade ou comparação. [Mais], normalmente, é o oposto de [menos]. Portanto, se tiver dúvida, substitua-o por [menos] (menas nunca); se for possível a substituição, use [mais]: Você quer seu suco com mais (menos) açúcar?
=> O brasileiro está cada dia mais (menos) rico.
=> Todos querem mais (menos) amor.
=> É mais (menos) difícil fazer do que criticar.
CASOS ESPECIAIS
a) Mais bem e Mais mal - antes de verbos no particípio, use mais bem e mais mal em vez de pior e melhor. Em português, o particípio é a forma nominal do verbo, geralmente, formado com o sufixo [-ado] [-ada] para os terminados em [ar] (amado, parado) e [-ido] [-ida], para os terminados em [er] e [ir] (vendido, sentido). Nos demais casos, use pior e melhor:
=> Aquelas alunas estavam mais bem preparadas que as outras.
=> E não: Aquelas alunas estavam melhor preparadas que as outras.
=> Seu trabalho está mais bem elaborado que o meu (e não: melhor).
=> Esta roupa parece mais mal acabada que aquela (e não: pior).
b) Mais bom que mal – quando comparamos atributos ou qualidades, as formas corretas são:
=> O José é mais bom que mal (e não: é melhor do que pior).
=> O filme é mais bom que mal (e não: é melhor do que pior).
c) Mais ruim – use apenas em comparações como:
=> Arnaldo é mais ruim que bom.
=> Ele é mais ruim que falso.
► Nos demais casos: Fulano é [mais] malvado, é mais perverso, é mais falso que o irmão (e não: mais ruim).
=> Ela é mais atenciosa que as outras.
d) Mais que fazer – não existe [o] entre o [mais] e o [que] em frases como: Tenho mais que fazer (e não: mais o que fazer).
=> Há mais que dizer (e não: mais o que dizer).
e) Mais grande – não use nunca. Na língua culta é um erro grave. Use sempre [maior]: Pedro é maior do que Paulo.
O EMPREGO DE [MAS]
• Mas é a principal das conjunções adversativas. Relaciona pensamentos contrastantes, opositivos ou restritivos. Se eu lhe dissesse: “Minha irmã treinou muito, mas…”, com certeza, não precisaria terminar a frase, porque você iria imaginar que ela foi mal na atividade esportiva:
=> Gosto de navio, mas prefiro avião.
=> Ele falou bem; mas não foi como eu esperava.
► Se tiver dúvida quanto ao uso de [mas], basta substituí-lo por: porém, contudo, todavia, entretanto. Se for possível a substituição use [mas]: Gosto de navio, porém (mas) prefiro o trem.
=> Ele falou bem; todavia (mas) não foi como eu esperava.
=> Tentou, mas (porém, todavia, entretanto) não conseguiu.
Casos Especiais
a) Mas... no entanto – constituem redundância, se usados na mesma frase: Saiu cedo, mas não conseguiu, no entanto, chegar na hora. Use: Saiu cedo, mas não conseguiu chegar na hora.
=> Ou, então: Saiu cedo, no entanto, não conseguiu chegar na hora.
b) Mas que – neste caso, o [mas] não tem função e deve ser suprimido: Ele é o piloto titular, (não: mas) que está de licença este ano.
c) Vírgula – use vírgula antes de [mas]:
=> Vá onde quiser, mas fique morando conosco.
=> Sofri muito, mas espero uma recompensa.
O EMPREGO DE MÁS
• Más é o plural do adjetivo [má] que por sua vez é o feminino de [mau]. Como o oposto de [mau] é [bom] e o de [má] é [boa] o plural de [más] será [boas]. Então, basta substituir [más] por [boas]; sendo possível a substituição mantenha o [más]:
=> Estavam com más (boas) intenções.
=> As más (boas) ações empobrecem o espírito.
=> Sempre soubemos que elas eram más (boas).
sábado, 28 de novembro de 2009
depoimento de um aluno...Turma A
Inteligência? esse é o nosso lema,
estudar é garantir o futuro que bem perto estar.
estudar, estudar e estudar isso parece cansar,
mais é necessario driblarmos
esses pequenos obstacúlos e não deixar de sonhar.
Espero no fim do curso desejar um grande parabéns
a todos voçês alunos da turma "A"e
lembre-se que estudar sem parar de sonhar
é garantir o futuro que bem perto estar.
abraço
estudar é garantir o futuro que bem perto estar.
estudar, estudar e estudar isso parece cansar,
mais é necessario driblarmos
esses pequenos obstacúlos e não deixar de sonhar.
Espero no fim do curso desejar um grande parabéns
a todos voçês alunos da turma "A"e
lembre-se que estudar sem parar de sonhar
é garantir o futuro que bem perto estar.
abraço
Sinônimos e Antônimos
Significação das Palavras
* Sinônimos
São palavras de sentido igual ou aproximado: alfabeto e abecedário; brado, grito e clamor; extinguir, apagar e abolir.
Observação :
A contribuição greco-latina é responsável pela existência de numerosos pares de sinônimos: adversário e antagonista; translúcido e diáfano; semicírculo e hemiciclo; contraveneno e antídoto; moral e ética; colóquio e diálogo; transformação e metamorfose; oposição e antítese.
* Antônimos
São palavras de significação oposta: ordem e anarquia; soberba e humildade; louvar e censurar; mal e bem.
Observação :
A antonímia pode originar-se de um prefixo de sentido oposto ou negativo: bendizer e maldizer; simpático e antipático; progredir e regredir; concórdia e discórdia; ativo e inativo; esperar e desesperar; comunista e anticomunista; simétrico e assimétrico.
* Homônimos
a) Homógrafos: são palavras iguais na escrita e diferentes na pronúncia: rego (subst.) e rego (verbo); colher (verbo) e colher (subst.); jogo (subst.) e jogo (verbo); apoio (subst.) e apóio (verbo); denúncia (subst.) e denuncia (verbo); providência (subst.) e providencia (verbo).
b) Homófonos: são palavras iguais na pronúncia e diferentes na escrita: acender (atear) e ascender (subir); concertar (harmonizar) e consertar (reparar); cela (compartimento) e sela (arreio); censo (recenseamento) e senso (juízo); paço (palácio) e passo (andar).
c) Homógrafos e homófonos simultaneamente: São palavras iguais na escrita e na pronúncia: caminho (subst.) e caminho (verbo); cedo (verbo) e cedo (adv.); livre (adj.) e livre (verbo).
* Parônimos
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
sábado, 24 de outubro de 2009
como usar os flashcards em sala de aula
Encontrei várias idéias interessantes sobre como usar os flashcards em sala de aula. Antes de mais nada é necessário definir “flashcard”: são figuras representando os conceitos (concretos ou abstratos) que estamos ensinando. Em inglês são particularmente importantes porque nem sempre o aluno consegue relacionar a palavra ao objeto e quem (como eu) dá aula sem o uso do português, seu uso pode ser ainda mais útil. Os flashcards fazem parte do que se chama de “visual aid” e pode vir ou não acompanhado da palavra escrita.
Eu prefiro usar o flashcard sem palavras, só com as figuras, para apresentar vocabulário, para jogos ou outros fins posso usar o flashcard com palavras. Há vários sites na internet que fornecem flashcards, mas você pode tornar qualquer figura um flashcard, mesmo as recortadas de revistas. O problema de tirar fotos de revistas é que nem sempre encontramos o que procuramos, ou encontramos mas não podemos usar. Acontece comigo de encontrar uma figura perfeita mas numa sala de espera de dentista, por exemplo. Aí, nada a fazer, a não se anotar o número da revista e encomendar da editora. Mas desde que existe o Google Imagens tudo ficou mais fácil.
Alguns conceitos concretos podem ser mais complicados, porque mesmo que você ache que todos os seus alunos entenderam pode ser que alguns não façam a mínima idéia do que você está falando, então sempre é interessante levar alguma “visual aid”, como um flashcard. No caso de você ensinar “apple”, você até pode levar uma maçã, mas se tiver que ensinar 20 palavras vai levar 20 coisas diferentes? No caso de objetos escolares, a maioria está presente em sala, mas outros objetos podem ser difíceis de encontrar ou transportar. O flashcard facilita tudo, no caso da maçã, será que restará alguma dúvida se ao apresentar a palavra você mostrar a figura abaixo (impressa e aumentada)?
A figura impressa é mais fácil de apresentar que levar uma maçã para a sala
Naturalmente você pode também fazer mímica para ensinar conceitos abstratos como “broke”, por exemplo. Mas quem garante que seu aluno vai entender, além do fato de você se expor ao ridículo ao apresentar certas emoções? Quando ensinava “cry” e fazia de conta que estava chorando, às vezes provocava crises de riso nos alunos desviando completamente a atenção deles do assunto que estava ensinando, em outras eles se entreolhavam como se eu estivesse surtando. Melhor apresentar um flashcard, olhem que perfeito para ensinar o conceito “broke”:
Essa figura poupa muitos minutos de explicações e exemplos e o conceito de "broke" fica claro.
E vejam que dificilmente o aluno ficará sem entender. Se ao explicar “happy” você der uma gargalhada, o aluno poderá pensar que “happy” quer dizer gargalhada, sorriso, careta, ou seja lá o que ele interpretar do seu gesto há algumas imagens que já se tornaram símbolos universais. Vejam por exemplo a figura abaixo para o conceito “happy”:
Esse símbolo já é praticamente universal e será imediatamente reconhecido pelos alunos, associando-o ao conceito "happy".
Da mesma forma, imagine o conceito “full”, que pode ser complicado mesmo você tendo algo realmente “full”. Vamos então ao auxílio visual do flashcard:
Essa figura transmite bem o conceito de "full", não acham?
Outros usos
Naturalmente que os flashcards podem ser usados em uma infinidade de atividades em sala de aula, não se limitando à apresentação de vocabulário novo. Podem (e devem) ser usados para incrementar jogos, dinâmicas, aulas de conversação e mesmo para uma revisão antes de uma prova. O uso de figuras torna a aula mais alegre e interessante do que se você ficar simplesmente falando como uma matraca ou até mesmo se os alunos participarem com perguntas ou respostas. As figuras sempre serão um auxílio potente e catalisador de atenção.
Como eu já disse anteriormente, evito o uso de nomes nas figuras, prefiro que os alunos associem a palavra ouvida apenas ao objeto em si (ou à idéia transmitida) e não à palavra escrita. Associando dessa forma elas ficarão (som + imagem) gravadas diretamente no subconsciente do aluno e com a repetição e a prática todas as vezes que a ouvir imediatamente em seu cérebro surgirá também a figura. Já a palavra escrita faz parte do acervo de “coisas aprendidas” e fica armazenada numa região diferente do cérebro e ficará mais difícil de ser acessada do centro de linguagem que funciona em outro setor.
Associando figuras diretamente à linguagem conseguimos não só que o aluno aprenda o conceito quanto que se torne fluente no idioma pois usamos o mesmo mecanismo usado pelo bebê para aprender a falar (som + imagem). A palavra escrita só aparece bem depois de a linguagem ter sido solidificada e formada de forma consistente no cérebro da criança e nem sempre está diretamente associada à linguagem. Um bom exemplo disso é o de pessoas que sabem ler e conseguem ler em voz alta textos bem complexos, mas que não conseguem entender absolutamente nada do que leram. Isso demonstra que a linguagem escrita nem sempre está diretamente ligada à linguagem falada. Como não sabemos se isso ocorre com nossos alunos, o melhor é usar diretamente o setor primário de formação da linguagem falada, e as imagens nesse caso são fundamentais na formação desse “conceito subconsciente” da palavra falada.
Se você ainda não usa os flashcards em sala de aula, espero que mude de idéia depois de ler essa postagem. Confesso que eu mesma achava bobagem, e baseava essa opinião no fato de que presumia que todos os alunos entenderiam perfeitamente o que eu estava ensinando. Com o passar dos anos cheguei à conclusaão que as imagens são um auxiliar poderoso do qual nenhum professor pode se dar ao luxo de abrir mão.
Zailda Coirano
Eu prefiro usar o flashcard sem palavras, só com as figuras, para apresentar vocabulário, para jogos ou outros fins posso usar o flashcard com palavras. Há vários sites na internet que fornecem flashcards, mas você pode tornar qualquer figura um flashcard, mesmo as recortadas de revistas. O problema de tirar fotos de revistas é que nem sempre encontramos o que procuramos, ou encontramos mas não podemos usar. Acontece comigo de encontrar uma figura perfeita mas numa sala de espera de dentista, por exemplo. Aí, nada a fazer, a não se anotar o número da revista e encomendar da editora. Mas desde que existe o Google Imagens tudo ficou mais fácil.
Alguns conceitos concretos podem ser mais complicados, porque mesmo que você ache que todos os seus alunos entenderam pode ser que alguns não façam a mínima idéia do que você está falando, então sempre é interessante levar alguma “visual aid”, como um flashcard. No caso de você ensinar “apple”, você até pode levar uma maçã, mas se tiver que ensinar 20 palavras vai levar 20 coisas diferentes? No caso de objetos escolares, a maioria está presente em sala, mas outros objetos podem ser difíceis de encontrar ou transportar. O flashcard facilita tudo, no caso da maçã, será que restará alguma dúvida se ao apresentar a palavra você mostrar a figura abaixo (impressa e aumentada)?
A figura impressa é mais fácil de apresentar que levar uma maçã para a sala
Naturalmente você pode também fazer mímica para ensinar conceitos abstratos como “broke”, por exemplo. Mas quem garante que seu aluno vai entender, além do fato de você se expor ao ridículo ao apresentar certas emoções? Quando ensinava “cry” e fazia de conta que estava chorando, às vezes provocava crises de riso nos alunos desviando completamente a atenção deles do assunto que estava ensinando, em outras eles se entreolhavam como se eu estivesse surtando. Melhor apresentar um flashcard, olhem que perfeito para ensinar o conceito “broke”:
Essa figura poupa muitos minutos de explicações e exemplos e o conceito de "broke" fica claro.
E vejam que dificilmente o aluno ficará sem entender. Se ao explicar “happy” você der uma gargalhada, o aluno poderá pensar que “happy” quer dizer gargalhada, sorriso, careta, ou seja lá o que ele interpretar do seu gesto há algumas imagens que já se tornaram símbolos universais. Vejam por exemplo a figura abaixo para o conceito “happy”:
Esse símbolo já é praticamente universal e será imediatamente reconhecido pelos alunos, associando-o ao conceito "happy".
Da mesma forma, imagine o conceito “full”, que pode ser complicado mesmo você tendo algo realmente “full”. Vamos então ao auxílio visual do flashcard:
Essa figura transmite bem o conceito de "full", não acham?
Outros usos
Naturalmente que os flashcards podem ser usados em uma infinidade de atividades em sala de aula, não se limitando à apresentação de vocabulário novo. Podem (e devem) ser usados para incrementar jogos, dinâmicas, aulas de conversação e mesmo para uma revisão antes de uma prova. O uso de figuras torna a aula mais alegre e interessante do que se você ficar simplesmente falando como uma matraca ou até mesmo se os alunos participarem com perguntas ou respostas. As figuras sempre serão um auxílio potente e catalisador de atenção.
Como eu já disse anteriormente, evito o uso de nomes nas figuras, prefiro que os alunos associem a palavra ouvida apenas ao objeto em si (ou à idéia transmitida) e não à palavra escrita. Associando dessa forma elas ficarão (som + imagem) gravadas diretamente no subconsciente do aluno e com a repetição e a prática todas as vezes que a ouvir imediatamente em seu cérebro surgirá também a figura. Já a palavra escrita faz parte do acervo de “coisas aprendidas” e fica armazenada numa região diferente do cérebro e ficará mais difícil de ser acessada do centro de linguagem que funciona em outro setor.
Associando figuras diretamente à linguagem conseguimos não só que o aluno aprenda o conceito quanto que se torne fluente no idioma pois usamos o mesmo mecanismo usado pelo bebê para aprender a falar (som + imagem). A palavra escrita só aparece bem depois de a linguagem ter sido solidificada e formada de forma consistente no cérebro da criança e nem sempre está diretamente associada à linguagem. Um bom exemplo disso é o de pessoas que sabem ler e conseguem ler em voz alta textos bem complexos, mas que não conseguem entender absolutamente nada do que leram. Isso demonstra que a linguagem escrita nem sempre está diretamente ligada à linguagem falada. Como não sabemos se isso ocorre com nossos alunos, o melhor é usar diretamente o setor primário de formação da linguagem falada, e as imagens nesse caso são fundamentais na formação desse “conceito subconsciente” da palavra falada.
Se você ainda não usa os flashcards em sala de aula, espero que mude de idéia depois de ler essa postagem. Confesso que eu mesma achava bobagem, e baseava essa opinião no fato de que presumia que todos os alunos entenderiam perfeitamente o que eu estava ensinando. Com o passar dos anos cheguei à conclusaão que as imagens são um auxiliar poderoso do qual nenhum professor pode se dar ao luxo de abrir mão.
Zailda Coirano
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
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