sábado, 26 de abril de 2014

Aprenda como deixar seus artigos indexados mais rápidos no índice do Google


Como indexar os meus artigos mais rápido no Google
Para quem é especialista em SEO, isto é algo elementar, porém, este artigo tem por objetivo, esclarecer estes pequenos detalhes para profissionais que não são da área , mas que tem um site ou blog é querem saber todo o processo para ter um canal de qualidade.

Antes da explicação, gostaria de apresentar um pouco qual é a  visão de mercado por parte do internauta que não tem conhecimento da área e que precisa trabalhar num blog ou site.
Resolvi traçar basicamente o perfil de dois profissionais que estão diretamente relacionados com este processo, o produtor de conteúdo e o programador do site:
Produtor de conteúdo:
Muitos destes profissionais ainda não fizeram uma atualização em seu conhecimento no que diz respeito à produção de conteúdo estratégica. Para este profissional que ainda está desatualizado, no pensamento dele basicamente é necessário escrever o conteúdo para um determinado site e simplesmente aquele canal terá milhares de acesso, o que não é verdade.

Programador
Para o  profissional que também não fez um upgrade em seu conhecimento, na visão dele,  o mais importante é ter um site rodando perfeitamente com os recursos do jeito que o cliente pediu, um visual agradável e com acesso rápido, mas isso também não é o suficiente.

O que preciso então?
Eu posso ter um conteúdo espetacular, um site super otimizado no que diz respeito à programação e ao seu visual, mas se este site não for indexado pelos mecanismos de busca, de nada valerá tal desempenho, ou  seja, este canal não será encontrado, é o equivalente ao ter uma casa numa ilha, dificilmente alguém chegará até lá.

Existe caminhos para que você permita que o conteúdo do seu canal seja indexado pelos mecanismos de busca, mas o caminho mais rápido e correto para que o Google indexe todos os seus artigos de forma quase que automática é configurando seu site ou blog no Google Web Master.
Feito o processo de configuração, toda a informação que você alterar em seu site ou blog será enviado ao Google quase que automaticamente, de tal forma que se você escrever conteúdo com frequência em seu canal, este conteúdo aparecerá no Google em média depois de 15 minutos que você o publicou.
Se eu não fizer este caminho meu site não será indexado?
Preciso esclarecer duas realidades:
1 – Para o site ser indexado, é necessário que o programador do site ou administrador do blog, ative o recurso de sitemapxml, que é o arquivo que contém todas as informações presentes em seu canal, como o próprio nome já diz é o mapa do site.
sitemap é responsável de informar ao Google todo seu conteúdo, porém, ele pode ser apresentado mais facilmente ao Google se estiver presente dentro do robots.txt (neste arquivo contém as instruções que informam aos robôs dos buscadores, o que é permitido ler ou não no seu canal). Informando o caminho do seu sitemapxml dentro do robots.txt tudo ficará mais fácil.
Concluindo: Se não existir o arquivo sitemapxml em seu canal, este conteúdo, jamais será indexado nos mecanismo de busca, ou seja, é o equivalente a você não existir nos buscadores. Se você fizer uma pesquisa no Google por exemplo, este site não será encontrado.
2 – Google Webmaster: Se você não cadastrar o seu site ou blog nesta ferramenta o seu canal será indexado da mesma forma, porém num processo muito mais lento, você terá que contar com a sorte, pois precisará que vários canais na web apontem para os seus links, de forma que o Google saiba que você exista.
Concluindo: Se realizar o caminho do Google Web Master Tools, ele já receberá todos os seus artigos de uma única vez.
Como sei se meu site ou blog está indexado no Google?

Entenda qual é o procedimento para saber se o seu artigo foi indexado pelo Google
meu artigo está no Google
A maior realização de um produtor de conteúdo é ver sua obra de arte acessível para todos, logo, o caminho para isto é o “Senhor Google“. O sonho de consumo de qualquer pessoa que escreve conteúdo para Web é ver seu material disponível no mecanismo de busca, de preferência nas primeiras posições da primeira primeira página.
Mas como sei se meu artigo está no Google?
Este é o questionamento de muitos produtores de conteúdo, pois, querem descobrir qual é a fórmula mágica para saber isto. Será pesquisando página por página até encontrar em qual posição está o artigo? Definitivamente não!
Para saber se o nosso arquivo está no Google, ou seja, se ele foi indexado pelo Google, precisamos apenas usar um simples comando do próprio Google.
Mas o que é um artigo ou link indexado?
Vamos entender como é processo que ocorre a partir do momento em que seu artigo é publicado em seu blog ou site.

Após o artigo estar público em seu canal, os robozinhos do Google fazem rastreamento por toda internet para localizar novos documentos, quando encontram estes novos links (entre eles o seu), se o material  estiver com os padrões aceitáveis (SEO)  pelo Google, então ele registrará a presença daquele artigo  em seu índice, permitindo que este artigo fique indexado no mecanismo de busca.
Quando está indexado, então está nas primeiras posições?
Um assunto não tem relação com o outro, seu artigo pode estar indexado pelo Google, que já é um bom sinal, porém, é possível que não esteja bem posicionado, pois, o procedimento para estar bem posicionado depende de uma série de critérios e estratégias que definimos como técnicas de SEO.

 Como sei se meu artigo está indexado:
Para saber seu um artigo específico esta indexado, ou seja, está presente no Google:

- Acesse o mecanismo de busca;
- Digite: site: e o link do artigo que deseja consultar.
Exemplo:  site:http://blog.oconsultorweb.com/estatistica-para-o-instagram/
Se o artigo estiver indexado, será exibido uma imagem semelhante ao exemplo abaixo:
como saber se meu artigo está no Google
 Porém, se não estiver indexado,  aparecerá uma tela semelhante a esta, (Veja a mensagem que está destacada em amarelo), neste caso você precisa entrar em contato com o profissional responsável pelo seu site, ou com um consultor  para que ele ajuste o seu site / blog, eliminando possíveis erros que impedirem a indexação por parte do Google.
como saber se meu artigo está no Google II
Entendeu melhor como é processo para seu artigo aparecer no Google?
Bons Estudos
Fonte: http://oconsultorweb.com/

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Descubra alguns caminhos para saber se um site é seguro para comprar


Compra segura
Fazendo uma análise geral, independente do perfil do usuário de internet, todos tem um certo medo (para não dizer muito), de realizar comprar na internet, pois, não sabem que garantias terão de que receberão o determinado produto e não perderão seu dinheiro, ou ainda ter seu cartão de crédito ou débito explorado numa operação virtual.
Como prevenir isto? Com certeza você já escutou uma série de recomendações sobre o que precisa fazer antes de realizar compra num determinado site, mas neste artigo não quero me limitar  à recomendações básicas, e sim a recursos que serão seus aliados no momento de visitar um site de compras.
As ferramentas que apresentarei neste artigo não isenta dos cuidados básicos que todo internauta deve ter antes de realizar compras num determinado site, porém os recursos em questão já adiantarão muitas informações que fazem a diferença na sua decisão de realizar a compra ou não.
Quais são estes serviços
Na verdade são dois canais criados para defesa e apoio ao consumidor, sendo que um é o Procon e o outro é o famosa rede social de reclamações “Reclame Aqui”. Estas duas instituições com o objetivo de facilitar ainda mais a vida do consumidor, criou extensões que você  pode instalar em seu navegador e simplesmente ao acessar um site de compras, já será notificado se ele tem alguma registro de reclamação nestes órgãos.
Como instalar estes recursos?
Ambos os aplicativos estão presentes para o navegador Google Chrome 
Lista Segura: Este é o aplicativo feito pelo Procon, ele exibe uma lista atualizada com sites que tem algum tipo de negativação, então ao acessar o site, será exibido uma notificação informando que aquele site não é recomendado para se realizar compras, isto evita que você tenha problemas futuros.
Quando você acessa um site que está negativado, aparecerá na barra de endereço do seu negador um ícone com um “X”, ao clicar nele você verá as informações do Procon sobre a negativação em relação ao site acessado. Veja a imagem.
Site recusado pelo Procon
Reclame Aqui: Este é a maior rede social de reclamações, muito popular por sua eficácia em favor do consumidor, e também uma vitrine de reputação para as empresas que conseguem dar respostas satisfatórias para seus clientes.
O aplicativo poupa o seu tempo, pois você não precisará entrar no site do ReclameAqui para saber qual a situação da empresa, basta ter o aplicativo instalado em seu navegador que ao acessar algum site comercial, será exibido as considerações do ponto de vista do ReclameAqui, caso tenha algum tipo de reclamação para este canal. Fiz uma visita ao site das americanas.com.br , que neste caso estava com boa reputação, veja a imagem.
ReclameAqui Americanas
Conhece outro aplicativo deste estilo? deixe suas considerações sobre este artigo!

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Saiba como você professor pode enviar seu vídeo para o Youtube Educação


outube Educação Professores
O ano passado o Youtube finalmente lançou o Canal de educação para o público de língua portuguesa, um canal focado nas disciplinas do ensino médio e fundamental.
Este canal é exclusivo para conteúdo educacional, sendo assim, não é qualquer pessoal que conseguirá enviar um vídeo para esta área, sendo ele, um canal exclusivo e separado dentro do youtube.
Este trabalho é fruto da parceria entre a Fundação Lemann e Google. A curadoria dos vídeos é feita por professores especialistas e altamente capacitados, selecionados e coordenados pela Fundação Lemann.
Atualmente o conteúdo presente é pequeno, porém, gradativamente estão sendo postados novos materiais, sendo que a proposta é que também tenha neste canal material para ensino superior.
Este espaço dentro do youtube é ótimo para alunos, mas principalmente para educadores, pois os professores podem enviar seu material em vídeo para disponibilizar no canal educacional.
Como Professores podem enviar vídeos para o Youtube Educação
O Processo é muito prático, o primeiro critério para o educador, é ter um canal no youtube no qual já tem seu material publicado, feito isto a próxima etapa é acessar o canal http://www.youtube.com/educacao , clicar na aba “Edu”, clicar na opção “Faça parte do Youtube/Edu” (veja imagem) e preencher o formulário.
Youtube Educação
Feito esta etapa, agora é esperar a avaliação para saber se seu material está de acordo com as diretrizes educacionais, lembrando que não é levado em consideração a forma que o professor faz a exposição da matéria, o importante é seguir a diretriz educacional, então use e abuse da sua criatividade, fazendo que seus vídeos tenham muitos acessos.
Divulgue este canal do Youtube não só para estudantes, mas principalmente para seus colegas professores. Penso que são ações como estas que contribuem com uma sociedade mais culta. Motive professores das mais variadas disciplinas a contribuírem fazendo do http://www.youtube.com/educacao um espaço de grande aprendizado e uma extensão de sua sala de aula.
Fonte: http://blog.oconsultorweb.com/

segunda-feira, 24 de março de 2014

Conheça quatro sites para aprender programação

Alfabetização digital. Você já deve ter ouvido esse termo, certo? Acontece que, com o passar dos anos e o desenvolvimento cada vez maior das Tecnologias da Informação (TICs), essa expressão começa a ter seu significado ampliado.
Hoje em dia, não basta familiarizar o aluno com o ambiente cibernético para utilizar as principais ferramentas do computador, como o editor de texto ou navegadores de internet. Já é possível compreender como os programas foram criados, qual sua lógica de operação, que ferramentas as indústrias utilizam para criá-los e aprender a criar os próprios jogos, programas e aplicativos de celular. Mas, como isso é possível? A resposta: linguagem de programação.
Para se ter uma ideia da importância do negócio, basta dizer que o governo dos Estados Unidos lançou a campanha “Hour of code” (Hora do código), lançada dentro da Semana do Ensino da Ciência da Computação, para incentivar estudantes de diferentes idades a escreverem suas primeiras linhas de código e desfazer a ideia de que programação é coisa para poucos.
Listamos a seguir quatro sites interessantes para você conhecer essa linguagem e planejar a melhor maneira de incluir esse conteúdo em suas aulas. E o melhor: você não precisa ser um expert em informática para utilizá-los.

Hora do Código

hora-do-codigo

Lançada pelo presidente americano Barack Obama na abertura da Semana de Ensino da Ciência da Computação, que aconteceu de 9 a 15 de dezembro de 2103, a plataforma reúne uma série de tutoriais – sempre precedidos por uma apresentação em vídeo das atividades propostas – para diversas faixas etárias e com diferentes níveis de complexidade sobre algumas das principais linguagens de programação. As atividades vão desde a criação de movimentos para o simpático passarinho do jogo Angry Birds até o desenvolvimento de aplicativos para smartphones, passando pelo ensino de fundamentos de linguagens como  Java Script Python.A maior parte do conteúdo está em inglês, mas é possível encontrar alguns exercícios em português escolhendo o idioma na caixa de seleção no rodapé da página inicial. Saiba mais aqui.

Scratch

scratch

Desenvolvido pelo laboratório de mídia do renomado Instituto de Tecnologia de Massachusetts (o MIT, sigla em inglês), o site é voltado principalmente para o público entre 8 e 16 anos. Com ele, é possível criar facilmente, por meio de bloquinhos com diversos comandos que se encaixam para a formação do código, animações, jogos e histórias interativas que apresentam, de forma simples e divertida, a lógica de funcionamento da programação. O site está disponível em português e em mais 40 línguas. O menu de idiomas também se encontra na parte inferior da página. Acesse aqui.

App Inventor

app-inventor

Curso online gratuito, transmitido pela plataforma de Moocs (sigla em inglês para Cursos online massivos e gratuitos. Saiba aqui o que são e como funcionam os Moocs), foi desenvolvido pelo MIT com aulas em vídeo legendadas e material disponível em português. O objetivo é que os alunos estejam aptos a desenvolver um aplicativo para celular ao final do curso, que dura seis semanas. Não é preciso ter conhecimento prévio de programação para realizar o curso. Para participar, basta fazer a inscrição no site do projeto.

CC50 (Ciência da Computação 50)

cc50-1

Plataforma do curso de mesmo nome oferecida pela Universidade de Harvard e que foi inteiramente traduzida para o português em 2011 pelo então estudante do curso de Eletrotécnica do Instituto Federal do Espírito Santo (IFES) Gabriel Guimarães. A versão brasileira do curso foi autorizada e apoiada pelo professor titular do curso em Harvard, David Malan, que disponibilizou todo o material para que Gabriel o traduzisse.
O CC50 é o módulo básico do curso de Ciência da Computação oferecido pela universidade americana, baseado na linguagem de programação C – linguagem base para o desenvolvimento de sistemas e softwares – e conta com aulas em vídeo, desafios de resolução de problemas e material didático disponível para download. A duração estimada do curso completo é de cerca de três meses, com duas aulas semanais de uma hora. Conheça o cursoaqui.
Fonte: revistaescola.abril.com.br

segunda-feira, 17 de março de 2014

Quando a Wikipédia é bem-vinda em sala

Editar verbetes da internet ajuda o grupo a desenvolver o olhar crítico e escrever melhor


Os alunos identificaram problemas gramaticais e de conteúdo no verbete analisado. Reprodução Wikimedia Foundation Inc. Ilustração Alice Vasconcellos

Os alunos identificaram problemas gramaticais e de conteúdo no verbete analisado
Você pede que os alunos pesquisem sobre um tema e eles levam material retirado da Wikipédia. Já aconteceu na sua sala? A enciclopédia digital tornou-se uma das principais fontes de informação da garotada. Porém, muitos professores desconfiam, com razão, da veracidade dos conteúdos publicados. Por serem escritos por internautas, não há garantia de que sejam confiáveis. O que fazer, então? Não só é possível como recomendado usar essa ferramenta como aliada no aprendizado escolar, desde que da forma adequada. "A Wikipédia é uma expressão da realidade 2.0, interativa e participativa, e deve ser utilizada de maneira crítica e com domínio do formato", diz Roxane Rojo, docente do curso de pós- graduação em Linguística Aplicada da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). 
Depois de se deparar continuamente com essa situação, Jorge Makssoudian, professor de Língua Portuguesa do 9º ano do Colégio I.L. Peretz, na capital paulista, elaborou um plano para resolver o problema, usando a ferramenta a favor do desenvolvimento da leitura e da produção textual dos estudantes. Eles tinham de analisar os verbetes do portal sobre obras literárias já lidas e usar seus saberes para aperfeiçoá-los. A proposta faz com que os alunos voltem a algo conhecido por eles com outro olhar. "Com tantas coisas circulando pela internet, é importante que os alunos adquiram critérios de avaliação para distinguir as fontes fidedignas das que não são. É isso que se espera da formação de leitores", diz Márcia Fortunato, coordenadora da pós-graduação em Formação de Escritores do Instituto Superior de Educação Vera Cruz (Isevec).
O primeiro passo do trabalho foi refletir sobre o gênero verbete de enciclopédia e identificar as características dele. O professor pediu que os jovens analisassem esse tipo de texto tanto na versão impressa quanto na digital. Para isso, levou à sala de informática um livro da Barsa (18 volumes, Ed. Grupo Barsa Planeta, tel. 11/2171-7101, 2.695 reais) e abriu um artigo da Wikipédia. Após a leitura, eles concluíram que os textos eram informativos e continham termos técnicos, explicações e procedimentos de síntese.



Em seguida, todos observaram as diferenças entre as duas plataformas (livro e site). Discutiram, por exemplo, o fato de que hoje o conhecimento muda constantemente e as informações circulam com rapidez, sendo geradas por todos. "A enciclopédia impressa é mais difícil de ser alterada do que a Wikipédia, mas é mais confiável. Já a internet torna a pesquisa mais fácil. O conteúdo é atualizado com mais frequência, porém não dá para ter certeza se está correto", diz Lucas Liberman Fernandes, 14 anos. "Essa avaliação desenvolve o comportamento leitor do aluno e o atualiza, pois o faz revisitar a obra e ter contato com sua versão recontextualizada, em forma digital. Isso pode ser feito com os textos jornalísticos, ao se comparar uma notícia impressa com outra da internet", fala Roxane.

Fonte: http://revistaescola.abril.com.br/

terça-feira, 11 de março de 2014

Editor de imagens online

Colagem feita no Fotor com imagens da Wikipédia
Quer cortar uma imagem, aplicar um efeito especial, fazer uma colagem ou criar um mosaico de fotos (como este aí em cima) diretamente na internet? Pois aqui vão algumas dicas de editores de fotos online disponíveis para quem é iniciante ou já tem um pouco mais de esperteza no assunto.
Sites como o FotoFlexer, o Pixlr, o Fotor  e o próprio Photoshop oferecem uma série de ferramentas gratuitas para você deixar suas fotos mais interessantes ou criar uma imagem nova e original.
Em todos eles é possível usar as ferramentas de edição sem ter que se cadastrar, mas é preciso concluir o trabalho e salvar no computador antes de sair do site. Quando o usuário se cadastra de forma gratuita, é possível guardar os trabalhos para finalizá-los em outro momento e também compartilhar suas criações nas redes sociais.
Apenas o Photoshop não oferece a opção de outros idiomas além do inglês. Para facilitar sua experiência, nos outros sites, procure pelo botão Language no menu do aplicativo e escolha a opção Português do Brasil ou busque a bandeirinha do Brasil (no rodapé do FotoFlexer, por exemplo).
As funções básicas vão desde corrigir os olhos vermelhos de alguém, eliminar algum detalhe indesejável, mexer nas cores ou deixar preto e branco, até fazer um desenho ou inserir um texto sobre a imagem original. Além disso, a maioria também traz opções divertidas de molduras, apliques e efeitos para deixar seu trabalho mais personalizado e com aquele “tchans” que faltava. Mas tente não se empolgar com tantas opções e acabar exagerando na dose…
Confira no vídeo abaixo como foi feita a imagem que ilustra este post, utilizando o Fotor, um editor simples e versátil ao mesmo tempo. Mãos à obra!
Conte pra gente nos comentários se você já usou algum desses sites ou tem outros pra indicar!


)

Fonte: revistaescola.abril.com.br

quinta-feira, 6 de março de 2014

Quatro sites para compartilhar arquivos

Você ainda é daqueles que tentam anexar arquivos gigantes nos e-mails? Se a resposta for sim, esse post é dedicado especialmente a você! Afinal, hoje em dia a internet oferece soluções mais rápidas e fáceis para compartilhar arquivos, que podem ser usadas para enviar atividades ou trabalhos de sua escola.
Os chamados sites de compartilhamento são bastante úteis para enviar fotos, vídeos ou documentos muito pesados. É possível tirar proveito disso para combinar com a turma a entrega de trabalhos  ou o envio de materiais em outras mídias, por exemplo.
Preparamos uma lista com quatro bons sites de compartilhamento na rede. Confira!
Certamente um dos mais famosos sites dessa natureza, o Dropbox pode ser uma verdadeira mão na roda para ter acesso a todos os arquivos do seu computador em qualquer lugar do mundo (com acesso à internet, claro!). Para utilizá-lo, você precisa criar uma conta no  site oficial, fazer o download do programa e concluir a instalação em seu computador. O Dropbox  criará uma pasta onde você pode colocar os arquivos que deseja compartilhar. E tem mais uma vantagem: caso você utilize uma máquina em que o Dropbox não esteja instalado, é possível acessar seus arquivos diretamente no site do programa! O Dropbox tem três versões disponíveis, sendo que a de 2 GB é a única gratuita. Para utilizar as outras (de 50 e 100 GB) é preciso pagar uma taxa mensal de 10 e 20 dólares, respectivamente. Clicando aqui você encontrará um bom tutorial de como aproveitar bem o Dropbox.

Conhecido na web como um bom site para baixar músicas e filmes, o 4shared é fácil e simples de usar. Em apenas alguns minutos, você faz o cadastro e já pode usufruir de suas facilidades. A navegação é bastante simples: basta selecionar os arquivos que você deseja compartilhar e esperar que eles sejam carregados no site. Em seguida, o 4shared gera um link para o download e permite que você adicione o e-mail de quem deseja ter acesso a esses documentos. Na versão gratuita, o usuário tem 15 GB de espaço disponível e pode fazer oupload (isto é, carregar os documentos) de arquivos de até 2048 MB. Essa versão, entretanto, expira após 180 dias de uso. Já na versão paga (77 dólares por ano), você pode subir arquivos com o tamanho máximo de 100 GB até atingir o limite de armazenamento. Se desejar enviar novos documentos, basta excluir os arquivos anteriores.

Se a ideia é enviar os arquivos diretamente para alguém, o Hightail pode ser uma excelente opção. Nele é possível subir gratuitamente documentos de até 250 MB de cada vez, e o espaço para armazenamento é de até 2 GB. O Hightail permite que você faça o upload dos arquivos, e logo em seguida os envie para um ou mais e-mails com uma mensagem pessoal, o que pode dinamizar e muito o compartilhamento de seus documentos. O cadastro é automático: ao realizar a ação, logo na página inicial do site, você já insere seu e-mail e uma senha. No mesmo instante, sua conta já foi criada!

O Box é uma excelente opção não só para compartilhar como também para editar arquivos online. Ao se inscrever, você tem automaticamente (e de graça!) 10 GB de espaço livre para usufruir. Ele ainda oferece três opções de compartilhamento os arquivos: você pode enviar para  alguém o link de acesso para fazer o download; criar uma pasta e compartilhar o acesso com outras pessoas, ou ainda disponibilizar o arquivo diretamente em um site ou rede social. Além disso, é possível criar e editar arquivos online, no mesmo estilo do Google Drive (veja o post que fizemos sobre esse assunto).  Existe ainda uma versão para empresas (que pode ser perfeitamente usado pela escola toda, por exemplo). Nessa versão, pagando 15 dólares por mês, o usuário tem 1000 GB de memória disponíveis. Esta pode ser uma boa opção caso a iniciativa de usar essa ferramenta seja adotada pela escola.
Fonte: http://revistaescola.abril.com.br/

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

25 maneiras de conquistar os alunos

 Aos meus queridos(as) leitores!!
Fica a Dica!
De acordo com uma pesquisa, apenas um a cada quatro alunos do 6º ano ao ensino médio dizem que as suas escolas oferecem um ambiente acolhedor. Esta constatação é surpreendente !!!
Como podemos inspirar os alunos a mostrar empatia uns pelos outros, se nós falhamos em mostrar isso em nós.
Na verdade, nós nos importamos muito, porém nosso foco está centrado apenas no desenvolvimento acadêmico e acabamos por ignorar os pequenos gestos que demonstram carinho.
Interessante dizer que, o menor caminho para o sucesso acadêmico de muitos alunos é através dos seus corações. Eles não se importam com quanto nós sabemos, o que eles querem saber é o quanto nós nos importamos.
Aqui vão 25 dicas que, se praticadas diariamente, garantirão o seu nome no Hall da Fama junto aos Alunos, Pais e Direção da Escola.


1. Aprenda o nome dos seus alunos
2. Lembre a data de aniversário deles
3. Pergunte como eles estão e/ou como se sentem
4. Olhe nos olhos quando conversar com eles
5. Ria junto com eles
6. Diga-lhes o quanto você gosta de estar com eles
7. Encoraje-os a pensar grande
8. Incentive-os a persistirem e celebre os resultados
9. Compartilhe do entusiasmo deles
10. Quando estiverem doentes envie uma carta ou um bilhete
11. Ajude-os a tornarem-se experts em algo
12. Elogie mais e critique menos
13. Converse a respeito dos sonhos ou do que os afligem
14. Respeite-os sempre
15. Esteja sempre disponível para ouví-los
16. Apareça nos eventos que eles realizarem
17. Encontre interesses em comum
18. Desculpe-se quando fizer algo errado
19. Ouça a música favorita deles com eles
20. Acene e sorria quando estiver longe
21. Agradeça-os
22. Deixe claro o que você gosta neles
23. Recorte figuras, artigos de revistas que possam interessá-los
24. Pegue-os fazendo algo certo e cumprimente-os por isso
25. Dê-lhes sua atenção individual 

Fonte: http://www.sosprofessor.com.br/

domingo, 23 de fevereiro de 2014

Que tal criar um aplicativo com seus alunos?



Aplicativo “Ditadura na Memória”, criado pelos alunos do 9º ano do Colégio I. L. Peretz, em São Paulo
Você já pensou em criar um aplicativo para celular? Este pode ser um recurso para transformar as pesquisas dos alunos em um produto que pode ser baixado por qualquer pessoa que tenha um smartphone ou tablet.
O mais interessante é que ninguém precisa ser nenhum hacker para produzir um aplicativo (ou app, como também chamado). O site Fábrica de Aplicativos permite criá-los sem ter conhecimentos de programação. Também não é preciso baixar nada no computador ou pagar taxas.
É possível incluir uma lista bem grande de itens nos aplicativos: textos, fotos, vídeos, posts do facebook, listas, entre outros. Também pode-se personalizar cor e selecionar as imagens para abertura e ícones. Se o usuário desejar pagar, pode obter alguns recursos extras, como o mural de recados. Depois de prontos, os aplicativos ficam disponíveis na Galeria da Fábrica de Aplicativos para quem quiser baixá-los.
E, o melhor de tudo, o site é bem fácil de usar: a cada passo, são exibidas as opções disponíveis. Se cometer algum erro durante a construção, basta voltar alguns passos e consertar o app.
Mas como usar a construção de aplicativos em aula?
Uma das experiências disponíveis no site é o aplicativo Ditadura na memória, criado pelos estudantes do 9º ano do colégio I. L. Peretz, em São Paulo. A ideia foi colocar no app o resultado das pesquisas desenvolvidas por eles sobre o período da ditadura. Divididos em 11 grupos, os alunos investigaram e escreveram sobre temas como histórias de desaparecidos políticos, canções e obras de arte produzidas no período. O projeto durou alguns meses e envolveu aulas e pesquisas em quatro disciplinas: História, Geografia, Arte e Língua e Literatura Brasileira.
Os alunos também colocaram no aplicativo links para jogos e outras atividades para testar os conhecimentos dos usuários. Além disso, incluíram recursos como a Rota da Memória – um mapa feito no Google Maps que aponta locais da cidade de São Paulo significativos para entender a história dos anos de chumbo.
Veja outros aplicativos produzidos neste site:
Física InterativaTraz aulas, vídeos e exercícios resolvidos para os alunos.
TGA Fecap 
Manda para o celular planos de aulas, vídeos e fotos das atividades realizadas com a turma de Teoria Geral da Administração, da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado.
Primeiros Socorros 
Criado pelo Corpo de Bombeiros de Pernambuco, ensina sobre como proceder em caso de queimaduras, engasgos, paradas cardíacas e outros acidentes.
Ajuda Salesiana
Criado por uma escola, o aplicativo avisa a turma sobre as próximas atividades.
Você já experimentou criar um aplicativo? Conhece outras dicas sobre esse assunto? Compartilhe com a gente nos comentários!
Fonte: http://revistaescola.abril.com.br

sábado, 22 de fevereiro de 2014

YOUTUBE EDU


POR ENQUANTO, ESTÃO DISPONÍVEIS VÍDEOS COM CONTEÚDOS DO ENSINO MÉDIO, MAS A PREVISÃO É AMPLIAR PARA O FUNDAMENTAL E ENSINO SUPERIOR EM 2014.



O GOOGLE TEM  UM NOVO CANAL DE EDUCAÇÃO EM PORTUGUÊS, O YOUTUBE EDUNESSE NOVO ESPAÇO EDUCATIVO, O USUÁRIO BRASILEIRO TEM ACESSO A CERCA DE 8 MIL VIDEOAULAS DE PROFESSORES COM CONTEÚDOS VOLTADOS AO ENSINO MÉDIO. SÃO VÍDEOS DE:
BIOLOGIA,FÍSICA, PORTUGUÊS, MATEMÁTICA E QUÍMICA QUE JÁ ESTAVAM DISPONÍVEIS NO YOUTUBE MAS QUE AGORA FORAM SELECIONADOS POR UMA CURADORIA DE ESPECIALISTAS COORDENADA PELA FUNDAÇÃO LEMMAN, PARCEIRA DA INICIATIVA.
A PREVISÃO É QUE A PARTIR DE 2014, O CANAL CONTEMPLE CONTEÚDOS DE OUTRAS MATÉRIAS E TAMBÉM DE OUTROS NÍVEIS DE ENSINO, COMO O FUNDAMENTAL E TAMBÉM O ENSINO SUPERIOR.
O PORTAL ESTÁ INCLUSIVE COM UMA CHAMADA ABERTA PARA QUE OUTROS PROFESSORES E CANAIS COMPARTILHEM SEUS CONTEÚDOS PARA QUE POSSAM SER AVALIADOS PELA EQUIPE DE CURADORES.

ESSA É UMA GRANDE OPORTUNIDADE PARA PUBLICAÇÕES DE AULAS EM LIBRAS, PERCEBI QUE O CANAL NÃO OFERECE ESSE TIPO DE VIDEOAULA.
PROJETO PARA 2014...

                                                                 CONHEÇA A PLATAFORMA CLICANDO AQUI. 
http://www.youtube.com/educacao

Editores de Nuvens de palavras on line




ABCYA
um editor de nuvem de palavras para crianças que  permite editar  a  nuvem, sem perder o que já foi feito.Aqui;

WordSift
criado pela universidade de Stanford. Apesar de simples, é ótimo para correção de textos de alunos.Experimente aqui;

WordIt Out
 permite criar a nuvem de palavras a  partir de um endereço da Web.Aqui.

Tagul, nesse link

permite criar formas e tem um blog bem legal com as novidades:

Tagcrowd
aqui,também é possivel usar URL e arquivos;

E para criar mosaicos com letras, use o Imagechef, nesse link;

Além desses há o pioneiro Wordleaqui e o Tagxedo (aqui), bem conhecido, que também permite criar nuvens com diferentes formas.

Dicas recebidas pela comunidade Educators on G+

Como usar as nuvens de palavras:
 -a partir de texto de alunos, para o trabalho com ortografia;
- sobre conteúdos estudados,destacando os pontos importantes;
- resumir informações de livros, textos, etc;
- destacar as ideias mais importantes de um chat, de uma discussão no twitter ou das conversas em fóruns;
-criar cartazes para exposições na escola;
-usar em apresentações com slides do tipo Power Point ou GDocs;

Mais alguma sugestão de uso?
Aguardo...!

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Escola Digital



"Está no ar a Escola Digital, uma plataforma de busca que reúne objetos e recursos digitais voltados a apoiar processos de ensino e aprendizagem dentro e fora da sala de aula. O portal já disponibiliza mais de 1.600 materiais, como vídeos, áudios, games, livros digitais, aplicativos, infográficos, entre outras ferramentas, a grande maioria de acesso gratuito.

Escola Digital foi criada com o objetivo de apoiar redes de ensino a promover o uso qualificado das tecnologias em suas práticas pedagógicas, uma vez que facilita o acesso dos professores a objetos digitais selecionados e organizados com base nos parâmetros curriculares nacionais. A plataforma também apoia alunos que querem aprofundar seus estudos e familiares preocupados em acompanhar a educação de seus filhos. "  Porvir

Conheça a PLATAFORMA clicando aqui

Fonte: 
http://escoladigital.org.br/

Novas Leituras.. Vá além ... Inovar é preciso!




Está on-line a Revista Tecnologias na Educação.
Nesse número são apresentados diversos trabalhos desenvolvidos em escolas públicas como o sucesso do projeto UCA em uma Escola de Recife, o uso das TICs em uma Escola Rural no Rio Grande do Sul,a produção de fotonovelas com o uso de fotos feitas por alunos, o despertar do interesse por aprender a partir do uso de recursos tecnológicos e o desenvolvimento e a repercussão de um jornal escolar, criado por iniciativa de alunos.
Além disso, há artigos e relatos de professores e pesquisadores que desenvolveram projetos e pesquisas a partir do uso das TICs.

Clique aqui para ler e inspire-se!

Ferramentas para educadores - Microsoft parceiros na aprendizagem




Para quem se interessa em conhecer os recursos digitais que podem contribuir com os processos de ensino-aprendizagem, a "Microsoft parceiros na aprendizagem" se encarregou em disponibilizar algumas opções que podem ser encontradas no endereço:

São recursos que vão desde mecanismos de busca a quiz interativo, entre outros. Confiram sintam-se à vontade para compartilhar conosco as experiências.

domingo, 16 de fevereiro de 2014

Uma Boa Apresentação no PowerPoint

10 dicas para fazer uma boa apresentação de slides
Selecionei essa apresentação porque acho que ela traz – de maneira bem humorada – algumas dicas importantes:
1. A simplicidade é fundamental. A apresentação em questão pode até parecer simples demais, mas não é. Ela funciona bem como ponto de apoio do que é essencial, o que o apresentador tem a dizer.
2. Use fundos com moderação. Temos aqui na editora um grande chefe que sempre nos diz: “ainda não inventaram nada mais eficiente do que letra preta em fundo branco”. Ele está certo!
3. Slides devem ser sintéticos. Lâminas com muito texto fazem a audiência se perder. As boas apresentações destacam apenas os pontos principais. O restante é complementado pela fala do apresentador.
4. O que nos leva ao ponto seguinte: não escreva na apresentação tudo o que você precisa ler…
5. Atenção ao tamanho da letra. Letras muito pequenas simplesmente não podem ser vistas!
6. Cuidado com o tipo de letra. Elas têm personalidade. Prefira letras mais neutras. Você tem certeza de que quer usar a Comic Sans? Se a intenção for passar sobriedade, é melhor não…
7. Cores e imagens: use apenas o essencial. Evite o chamado “page decoration” – quando se usam recursos gráficos apenas para “deixar a página mais bonita”. Quase sempre, o que se consegue é poluir a apresentação…
8. O mesmo vale para uso de ícones: eles devem ter um propósito comunicativo,ajudando você a enfatizar seu ponto (e não apenas serem “bonitinhos”).
9. Dê preferência ao uso de uma imagem por slide. Isso ajuda a dar relevância ao que você quer mostrar.
10. Lembre-se que uma boa apresentação não deve ter erros de ortografia. Vale, e muito, passar para alguém que possa revisá-la previamente.
Aqui você encontra algumas dicas para deixar suas apresentações mais claras e objetivas, e também um site para compartilhá-las na internet: o SlideShare
A apresentacão abaixo é apenas uma de muitas publicadas nesse site. Lá, existem milhares de apresentações sobre os mais variados assuntos, que podem servir como referência (do que fazer e do que evitar) na hora de você criar as suas.
Também é bom lembrar que o PowerPoint não é o único programa indicado para criar apresentações. Qualquer programa que imprima em formato PDF pode ser utilizado para fazer um bom trabalho.
Para finalizar, me diga: essas dicas foram úteis para você? Que tal compartilhar outras no campo de comentários? Conto com sua colaboração!
Fonte: revistaescola.abril.com.br

sábado, 15 de fevereiro de 2014

Duas ferramentas para suas leituras digitais

Olá!

Meus Queridos(as) Leitores...
Cada vez lemos mais arquivos digitais, não é mesmo? Estas duas ferramentas vão deixar sua leitura na tela mais próxima daquela que você realiza em materiais impressos. Elas permitem marcar trechos do texto e inserir comentários nos arquivos pdf.
Confira no vídeo e conte para a gente, aí nos comentários, o que você achou de mais esse tutorial.
Até a próxima!



Fonte: http://revistaescola.abril.com.br/

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

5 pontos positivos de usar o Google Drive

Blog de Tecnologia. Aplicativos web do Google Drive. Crédito: Divulgação
Escrever documentos, montar planilhas e apresentações, organizar arquivos em pastas são atividades comuns no cotidiano dos professores – e de muitos outros profissionais. Para facilitá-las, existem diversas ferramentas, mas uma das mais úteis é o Google Drive. Trata-se de um serviço oferecido pelo Google, que inclui aplicativos de edição de texto, montagem de apresentações, criação de planilhas, entre outras funções.
Para quem ainda não o conhece, listamos abaixo cinco pontos positivos do serviço que provavelmente irão convencer a você a, pelo menos, testá-lo.
1) Os arquivos ficam seguros e acessíveis de qualquer lugar com internetTudo o que é feito no Google Docs fica armazenado online. Por isso, é possível acessá-los de qualquer computador, utilizando apenas seu nome de usuário e senha. Muito útil para quem varia entre o computador pessoal, da família, da escola…
2) É possível editar arquivos em conjuntoUma das características mais bacanas do serviço. Ao criar um documento, você pode compartilhá-lo com colegas e dar a eles autorização para que o editem. Assim, é possível compartilhar seu planejamento com a coordenação pedagógica, fazer um relatório em conjunto ou pedir que colegas ajudem na elaboração de uma prova, por exemplo.
3) Você não precisa instalar nadaO Drive é um serviço online. Para usá-lo, você precisa apenas de uma conta do Google (a mesma que você usa para o Gmail e o Youtube). Isso quer dizer: sem a chateação de milhões de passos a seguir antes de conseguir usar o programa.
4) Substitui vários programasOs aplicativos do Google Drive são bons substitutos para programas como os oferecidos pelo pacote Microsoft Office (Word, Excel, PowerPoint, etc), apesar de não ter alguns recursos oferecidos por ele – como uma variedade grande de fontes.
5) É de graça!Se você se interessou em conhecer, vale dar uma olhada nos tutoriais que o próprio Google oferece para quem quer utilizar o serviço. Eles estão disponíveis aqui.
Fonte: 
revistaescola.abril.com.br
https://support.google.com/drive/?hl=pt-BR#topic=14940