domingo, 24 de novembro de 2013

Google lança novo canal YouTube Edu


O Google anunciou o lançamento do seu novo canal de educação em português, oYouTube Edu. Nesse novo espaço educativo, o usuário tem acesso a cerca de 8 mil videoaulas de professores brasileiros com conteúdos voltados ao ensino médio. São vídeos de biologia, física, português, matemática e química que já estavam disponíveis no YouTube mas que agora foram selecionados por uma curadoria de especialistas coordenada pela Fundação Lemman, parceira da iniciativa. A previsão é que a partir de 2014, o canal contemple conteúdos de outras matérias e também de outros níveis de ensino, como o fundamental e também o ensino superior. O portal está inclusive com uma chamada aberta para que outros professores e canais compartilhem seus conteúdos para que possam ser avaliados pela equipe de curadores.
Com o lançamento do canal, o Brasil se torna o segundo país a receber o projeto de um portal exclusivo de educação dentro do ambiente do YouTube. Os Estados Unidos ganhou uma página com conteúdos avalizados por instituições de ensino em 2009. Assim, se antes o usuário brasileiro que buscava por conteúdo de educação no YouTube era direcionado a uma página que aglutinava uma série de vídeos sobre o assunto, agora ele contará com um novo ambiente com conteúdos mais seletivos e de qualidade atestada por especialistas da área (mais informações abaixo). Dessa forma, alunos, professores e até mesmo empreendedores que trabalham com plataformas educativas terão à disposição uma seleção pronta de aulas que podem ser assistidas em casa ou visualizadas em sala de aula.
“Não nos preocupamos com formato. Pode ser uma aula divertida, gamificada, com lousa ou com o professor tocando violão. A ideia não era essa, pelo contrário. O melhor formato e como gosta de aprender é um critério pessoal de cada aluno ou usuário. Nos preocupamos principalmente com o fato dos conteúdos estarem corretos e organizados”, explica Denis Mizne, diretor da Fundação Lemann.
Videoaulas
O YouTube Edu dividiu os vídeos selecionados não apenas por matérias (biologia, física, português, matemática e química), mas também por assuntos. Assim, o usuário pode selecionar os temas das disciplinas que mais interessam. Por enquanto, são cerca de cinco temas por cada matéria. Assim, quem estiver interessado em aprender mais sobre biologia, pode selecionar videoaulas sobre genética, saúde, ecologia, seres vivos ou evolução da vida.
E os usuários que já assistiam às videoaulas presentes no YouTube não vão se surpreender com os vídeos selecionados nessa primeira etapa. Os instrutores que guiam os vídeos são figuras conhecidas no meio virtual pelos estudantes. Paulo Jubilut, do canal Biologia Total e Cesár Medeiras, ou simplesmente Nerckie – como é apelidado na rede – , são alguns dos professores mais populares da web que tiveram vídeos selecionados para participar no YouTube Edu. Além disso, nessa primeira fase, também foram selecionados conteúdos de canais e plataformas como a Aula Livre, oDescomplica e o Khan Academy.
“Acho que essa concentração de aulas de qualidade vai ser importante para os professores que fazem seus vídeos que terão mais visibilidade, assim como para os alunos que vão ter mais opções reunidas e podem escolher como aprender”, diz Nerckie.
Fonte: Porvir

Nova plataforma Google chama especialistas para você


Depois de dois cliques, a plataforma avisa: você é o próximo da fila. Fácil assim? Fácil assim. Em menos de dois minutos, aparece Jeremy, todo prestativo, se oferecendo para dar dicas de nutrição. “Não chegue às comemorações com fome” ou “Procure saber tudo o que será oferecido antes de comer muito do primeiro aperitivo a ser servido”, aconselhou ele, em inglês. Jeremy é um dos instrutores da sessão “Party-proof your weight loss!” (ou Perda de peso à prova de festas, em livre tradução), do Google Helpouts.
Lançada nesta semana, a plataforma de aprendizado colaborativo do Google reúne uma série de especialistas que oferecem videochamadas sobre tópicos específicos de oito categorias: arte e música, computadores e eletrônicos, culinária, educação e carreiras, moda e beleza, bem-estar e nutrição, saúde, casa e jardim. “A ajuda pode ser uma resposta rápida para um problema que você esteja tendo agora, como consertar o portão da garagem, ou como limpar os vírus do computador; ou pode ser um auxílio para um projeto inteiro, como construir um deque. Pode ser aprender uma nova habilidade, como falar francês ou desenhar cartoons; ou pode ser um conselho mais geral, como como melhorar seu físico ou sua escrita”, escreveu Udi Manber, VP de engenharia no blog oficial do Google por ocasião do anúncio da plataforma.
O único pré-requisito para acessar as aulas é ter uma conta no Google +. A videochamada usa a tecnologia do Google Hangout, conectando o especialista ao usuário ao vivo por vídeo. Os horários podem ser pré-agendados ou pode ser que haja um especialista de plantão, esperando os usuários aparecerem para tirar dúvidas. Antes de começar as aulas, o interessado pode ver um pequeno vídeo de introdução à aula e conferir as qualificações do instrutor. Além disso, abaixo da descrição do assunto a ser tratado, é possível ver a avaliação de outros usuários ao curso. “Uma vez que você esteja em um Helpout, você pode fazer mais do que falar – você pode compartilhar sua tela de computador, editar uma apresentação colaborativamente ou gravar o seu Helpout. E se a experiência não suprir suas expectativas, nós devolvemos o seu dinheiro”, continuou Manber. 
Sim, o preço. Em alguns casos, como no das dicas para não exagerar nas festas, elas são oferecidas por grandes empresas e são gratuitas. Em outros, o usuário deve pagar por sessão ou por duração. Por exemplo: Gisele Sendra dá dicas de como se vestir bem por US$ 10 a sessão. A Top Chef University dá noções básicas de culinária para iniciantes por US$ 14,99 a sessão ou US$ 0,99 por minuto. O Google fica com 20% do valor cobrado. E, assim que a aula acaba, o usuário recebe um email para avaliar o atendimento do especialista.
Apesar de estar no ar apenas há poucos dias, o Helpout já tem centenas de cursos ou aulas disponíveis. Nenhuma, por enquanto, está em português. Veja vídeo, em inglês, de apresentação da plataforma.




Fonte: http://porvir.org

sábado, 23 de novembro de 2013

Google lança portal para estimular excursões virtuais pedagógicas


O gigante da tecnologia lançou uma plataforma que estimula a criação de atividades pedagógicas baseadas em excursões virtuais. Com o Connected Classrooms, estudantes poderão visitar aquários, zoológicos e museus sem sair da sala de aula. Para tanto, o professor deve ficar atento ao calendário de transmissões de Hangouts de parceiros do Google+, como o Aquário de Seattle, o Zoológico de Minnesota ou oMuseu de Arte da Filadélfia, por exemplo.
No dia do evento, o grupo de alunos pode acompanhar à transmissão on-line e assim interagir com os especialistas e estudiosos dessas instituições que sempre montam uma programação especial voltada aos estudantes. Com o Connect Classrooms, o Google busca estimular a utilização da ferramenta de Hangout, uma espécie de conferência on-line interativa. Com ela, durante a transmissão, os alunos ainda podem tirar dúvidas e interagir com outros estudantes que também acompanham o evento ao vivo. Previamente, no entanto, é aconselhável que o professor planeje alguma atividade mais específica para que os resultados da experiências sejam mais eficazes.
Fonte: Porvir

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Empresa dá cursos profissionais on-line de graça

A ideia de dar treinamentos de graça voltados para o mundo do trabalho pela internet pode parecer inspirada no boom dos MoocsGlossário compartilhado de termos de inovação em educação (cursos online gratuitos, em escala) oferecidos a partir do início de 2012 por grandes universidades, principalmente, dos Estados Unidos. Mas não é. Desde 2007, a empresa irlandesa Alison (Advance Learning Information Systems Online)se propõe a ensinar competências profissionais a distância para quem sente necessidade de aprimorar seus conhecimentos e se preparar para o mercado de trabalho.
Até o fim do primeiro semestre deste ano, dois milhões de pessoas já haviam se cadastrado no site. Atualmente são mais de 500 cursos, como os de contabilidade, gestão de projetos, noções de computação, línguas e técnicas digitais. Desses, cerca de 300.000 concluíram os treinamentos.
crédito viperagp / Fotolia.com

Os cursos têm dois modelos, um curto, de uma hora e meia a duas horas, e outro mais longo, de 9 a 12 horas de duração. Além de ter acesso ao material e às aulas, os alunos ainda recebem um certificado de conclusão, pelo qual também não pagam nada. Mesmo assim, o fundador e CEO da Alison, Mike Feerick, garante que a organização é uma empresa social, mas com fins lucrativos. A maior parte dos rendimentos vem da publicidade. Outra fonte de receita é a taxa cobrada por quem quer receber um diploma impresso.
Em 2005, quando Mike decidiu abrir a Alison, fez questão de que o negócio não dependesse de doações. “Eu trabalhei com uma respeitada instituição filantrópica que destinou US$ 8 bilhões para fazer o bem, mas me dei conta de que mesmo este valor é apenas um pingo de água no oceano para resolver os problemas dos pobres no mundo. O que realmente pode causar impacto social é um negócio com um modelo sustentável, que dê lucro e possa ser escalável”, afirmou em entrevista ao Porvir.
Otimista com o crescimento da empresa, que no último mês chegou a 150 mil novos usuários, ele atribui parte do sucesso ao terceiro item oferecido de graça pela plataforma: a possibilidade de avaliar conhecimentos e validar os aprendizados. Os alunos da Alison podem acessar o site a qualquer momento e prestar um teste rápido, de 20 a 30 perguntas, para comprovar que fizeram o curso e adquiriram os conhecimentos ministrados. Assim, no momento de uma entrevista de emprego, os recrutadores têm condições de verificar facilmente se os candidatos realmente sabem o que afirmam saber.
“No sistema de ensino tradicional, as pessoas concluem treinamentos, recebem um pedaço de papel e pedem que todos acreditem nele. Nós oferecemos a possibilidade de testar isso”, diz Feerick. Na outra ponta, para garantir a qualidade dos cursos oferecidos pela Alison, os publishers, como são chamados os professores e instituições que elaboram os treinamentos, recebem para publicá-los no site. Isso é feito a partir da divisão da receita de cada curso, tanto da publicidade como da venda de diplomas impressos. A empresa hospeda desde aulas de grandes instituições como a Microsoft e o British Council, até de especialistas individuais em determinados assuntos. São mais de 100 provedores de conteúdo.
“Há três razões para as pessoas publicarem seus cursos na Alison: uma é para ganhar dinheiro, a segunda é para dividir o que sabem de uma maneira altruísta, e a terceira é para se tornar conhecido. Temos 2 milhões de usuários”, explica o CEO da empresa.
Alison no Brasil
Diferente do que ocorre nos Moocs de universidades top como MIT e Harvard, a participação de brasileiros ainda é pequena na Alison. São apenas 15 mil cadastrados, a maioria nos cursos de língua inglesa. Atualmente, os países que mais usam a ferramenta são Índia, Paquistão, Egito, Estados Unidos, Inglaterra, Indonésia, Filipinas, Uganda, Tanzânia e Nigéria.

Mike Feerick avalia que isso vai mudar quando os treinamentos forem traduzidos. Cerca de 2.000 voluntários já trabalham para disponibilizar aulas em árabe, francês e espanhol. “Estamos procurando pessoas que ajudem nesse trabalho em português também”, conta Mike, que prevê o lançamento de uma versão do site em língua portuguesa até o fim do ano. A Alison é uma das seis vencedoras do Wise Awards, prêmio internacional que destaca ideias inovadoras em educação e que está acontecendo esta semana em Doha, no Catar.

Envio de mensagem e e-mail no Google Plus veja como ativar

Descubra como ativar o recurso de envio de mensagem e de e-mail para um perfil do Google Plus
Enviar mensagem e e-mail no Google PlusGeralmente como visitamos um perfil que ainda não pertence ao nosso circulo de amizade, e queremos falar com esta pessoa, algum assunto que não seja pública, precisamos pelo menos enviar uma mensagem privada para ela, porém,  no Google Plus por padrão isto está desativado.
Para que seja possível disponibilizar este recurso no Google Plus é necessário antes acessar a área de configuração e ajustar o perfil para esta realidade, feito isto, as pessoas poderão enviar mensagem privada e também e-mail para entrar em contato com você.
Qual vantagem deste recurso?
Considerando que seu perfil nas mídias é um canal público, ao disponibilizar estas opções, você permite que as pessoas tenham outras formas de entrar em contato com você, que não sejas de forma pública, permitindo assim uma conversa mais direcionada e reservada.
Posso escolher quem pode me enviar mensagem ou e-mail?
Sim, na área de configuração você poderá definir isto e de forma separada, ou seja, definir uma regra para o enviou de mensagem e outra para e-mail.
Exemplo: É possível definir que somente meus contatos podem enviar mensagem e que todos podem enviar e-mail.
As opções disponíveis para esta configuração são:
Público: Qualquer pessoa poderá enviar.
Seus círculos: Somente as pessoas que você adicionou aos seus círculos poderão enviar.
Círculos estendidos: Seus círculos e os círculos de seus círculos.
Personalizado: Você poderá definir um círculo ou círculos específicos.
Somente você: ninguém poderá te enviar mensagem ou e-mail.
Como configurar
Acesse o meu do seu perfil que está ao lado esquerdo e clique em “Configurações” na parte inferior, onde está escrito “Perfil” conforme imagem abaixo, ative a opção “Permitir que as pessoas lhe enviem uma mensagem de seu perfil” , para o enviou de mensagem ou ainda “Permitir que as pessoas lhe enviem um e-mail de seu perfil” para o enviou de e-mail
ativar envio de mensagem e email no Google Plus
Feito isto seu perfil já estará preparado para ser mais social e permitir que as pessoas que não te conheçam, possam ter outras formas de entrar em contato, mesmo antes de fazer parte de seu círculo de amizade.

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Bloquear convites para aplicativos e jogos no Facebook

Aprenda como bloquear convites para aplicativos e jogos no Facebook
Sbloquear convite de jogos no Facebookabe aqueles convites que chegam na sua área de notificação informando que “Fulano” te enviou um convite para “tal jogo” ou ” tal aplicativo”? São inúmeros os convites que recebemos diariamente com este tipo de situção dentro do Facebook, é algo que nos tira do sério, pois temos que perder um bom tempo do acesso respondendo aos convites.
Antes de mostrar como desativar este recurso, é bom explicar como funciona este processo, pois, muitas pessoas perdem a amizade no Facebook por conta deste convites.
Vamos ao entendimento de como o convite é enviado.
Imagine que você resolva instalar um destes jogos ou aplicativos oferecidos pelo Facebook, ao adicionar o aplicativo no Facebook, é feita a pergunta (que quase ninguém lê), questionando se você permite dar acesso à sua lista de contatos e outros informações, é neste ponto que todo clicam em “OK” sem ler o que estava escrito, neste momento você acaba de gerar um grande problema para você e para seus amigos, pois, todas as vezes que você entrar no jogo ou aplicativo, o sistema dispara um convite para todos os seus contatos em seu nome.
Descubra como resolver este problema de uma maneira prática e sem excluir seus contatos, pois, no  primeiro momento o que mais desejamos é eliminar a pessoa, mas isto pode ser resolvido sem quebrar o vínculo com o seu contato, veja como:
1 –  no momento que você acessar a área de notificação e ver o convite de um de seus contatos, clique ao lado do convite e clique no “X”, veja a imagem.
desativar convite jogos e aplicativos no Facebook
2 – Então aparecerá uma outra janela, onde será perguntado se você realmente deseja desativar o convite para aquele determinado jogo ou aplicativo, clique em “Desativar”, veja a imagem
desativar convites para jogos e aplicativos 2
Feito isto o sistema mostrará a mensagem, informando que você não receberá mais notificações sobre aquele jogo ou aplicativo que você acabou de bloquear, confira.
desativar convites para jogos e aplicativos 3
Ao final deste processo seu problema está resolvido com este aplicativo ou jogo, porém , lembre-se que são vários jogos e aplicativos existentes dentro do Facebook, sendo assim, todas as vezes que alguém enviar um convite para um outro tipo de jogo, ou outro aplicativo, você precisará realizar os mesmo procedimentos.

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Dicas para professores usarem a Wikipédia em sala de aula

Se você já está cansado de lutar contra a Wikipédia nas pesquisas de seus alunos, aprender a utilizá-la a seu favor pode ser a solução. Confira algumas dicas que podem ajudá-lo a fazer isso.

O uso da Wikipédia por parte dos estudantes não pode mais ser ignorado. Cada vez mais jovens estão recorrendo ao recurso durante seu processo de aprendizagem, porém, fazem isso da maneira errada.Confira 3 dicas úteis para professores usarem a Wikipédia em sala de aula:
Procure referências mais profundas
A Wikipédia pode ser muito útil para ensinar seus estudantes a fazerem as perguntas certas sobre um tema. Portanto, não limite-se ao conteúdo disponível lá. Utilize-o como base para buscar referências mais profundas sobre o tema. Um bom exercício para fazer com seus estudantes é questioná-los acerca de um tema e comparar as informações fornecidas com eles com as disponíveis na Wikipédia. Isso vai ajudá-los a entender quais informações faltam para complementar aquele assunto.
 Envolva os estudantes
A Wikipédia é uma enciclopédia aberta, na qual qualquer pessoa pode adicionar informações. Incentive os estudantes a participarem dessa maneira, mas sempre sob a sua supervisão. Ofereça uma lista de temas e peça que os estudantes escolham seus favoritosDesenvolva pesquisas aprofundadas sobre aqueles assuntos e entenda como aquelas informações podem ser inseridas no artigo já existente no site. A partir daí, edite-os e inclua as contribuições dos seus estudantes.
Conheça os riscos
Ainda que a natureza de código aberto da Wikipédia torne a ferramenta de aprendizagem interessante e original, entenda que essa também é sua maior fraqueza, uma vez que qualquer pessoa pode adicionar informações falsas ou ofensivas. Por isso, antes de inserir a ferramenta em suas aulas, é fundamental que você apresente o contexto aos seus estudantes. Conscientize-os a respeito dos riscos, ensine a lidar com essas situações.
Fonte: Universia

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Rede social para professor compartilhar conhecimento


Polinizar é o ato de transferir os pólens de uma flor para outra, fazendo com que elas se reproduzam e se multipliquem. É isso que a Polinize, plataforma que funciona como uma rede social, quer fazer com a educação, conectando estudantes, professores, artigos científicos e de opinião, cursos gratuitos e fóruns de debates num só espaço. No ar desde outubro, a rede já conta com mais de 5.000 usuários e 12 cursos disponíveis.


Um dos maiores cuidados tomados no desenvolvimento da plataforma, segundo Pedro Teberga, um dos fundadores do site, foi justamente o de facilitar a vida dos educadores que querem usar a rede. “Eles não são obrigados a entender e gostar de tecnologia. Tem muito professor com textos bons, materiais opinativos, pesquisas e que não sabe o que fazer com eles, não dominam a estrutura dos blogs ou não usam Facebook”, diz Teberga.
Na plataforma, todos os perfis dos usuários – sejam professores ou estudantes – possuem uma aba chamada Conteúdo, que funciona como uma espécie de blog simplificado. Nela, os professores podem adicionar seus textos e artigos opinativos, além de arquivos em PDF com pesquisas mais aprofundadas, como artigos científicos, dissertações e teses. “As páginas dos professores nas universidades, em escolas, são quase sempre uma bagunça, cada uma num formato, difícil de entender, coisa da ‘idade da pedra’ mesmo. A ideia é facilitar o uso para todo mundo”,  diz Leonardo Avelino, responsável pela engenharia da plataforma.
Além desse espaço para a distribuição de conteúdo, os professores que desejam mostrar ainda mais o seu trabalho, podem criar seus próprios cursos, de maneira bem prática. Ao se cadastrar, basta acessar o link Meus Cursos – clicando no chapéu de formatura na parte superior da tela –,  ir até a aba Ensinando, selecionar a opção Criar um Curso e acrescentar as informações como o Nome, a Descrição e as Seções em que ele será dividido. Esse material pode ser disponibilizado por meio de vídeos, slides de power point, arquivos de áudio ou qualquer outra plataforma que o professor se sinta mais seguro.
Ainda em fase de desenvolvimento está também uma ferramenta que vai possibilitar que professores criem cursos pagos na plataforma, desde que tenham publicado, em contrapartida, um gratuito. “Pensamos nisso para que as pessoas possam ter um primeiro contato com o trabalho do educador, saber se ele é bom, se tem uma boa didática e optar por pagar um curso com ele. E, claro, também porque a ideia não é só ganhar dinheiro com a plataforma, mas ajudar os outros também, compartilhar conhecimento. É esse o conceito de polinizar”, explica Teberga.
Segundo ele, esses cursos poderão passar pela avalição dos próprios usuários – selecionados de acordo com interesse ou proximidade com o tema. Se o professor cria, por exemplo, um curso sobre literatura, o site vai buscar outros usuários que já assistiram ou buscaram por temas relacionados a esse para avaliar e dizer se o material tem qualidade suficiente para ser veiculado. Para isso, será necessário desenvolver algoritmos que saibam identificar essas características, de proximidade e interesse, por exemplo.
Algoritmos que, no futuro, podem ser ainda mais poderosos. Segundo Teberga, quando a plataforma tiver um número grande de pessoas, será possível ter uma tecnologia capaz de entender o que o usuário deseja aprender, com qual tipo de professor ele se identifica e como ele gosta de estudar, a partir daquilo que o sistema entende como necessidades individuais do usuário, nos modelos de plataforma adaptativa que conhecemos.
“Podemos pensar nisso como um subproduto. Quando a gente alcançar uma massa crítica grande, dá para ter uma base de dados que diga, por exemplo, que os alunos de Porto Alegre, do segundo grau, aprendem melhor matemática por meio de textos do que arquivos de áudio. Lá na frente, isso pode ser uma coisa muito poderosa para ajudar muita gente, não só estudantes, mas professores, gestores e até a política pública”, afirma Franquela.
Fonte: Porvir

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Ferramentas alternativas para resenhar livros


Você pede para os seus alunos resenharem livros? Saiba que escrever resenhas é somente uma forma de realizar o trabalho. Conheça alguns diferentes tipos de mídias que podem facilitar este processo.



Assim, o trabalho se torna muito mais dinâmico, e o aluno, ao invés de escrever um texto, narra as suas impressões sobre o livro.

1 – Animoto

Animoto é uma plataforma que permite que você crie vídeo com imagens, sons, pequenos vídeos, textos, etc. A conta gratuita produz vídeos de até 30 segundos, mas, fazendo o cadastro, você poderá fazer vídeos muito maiores.
 2 – WeVideo
Site que permite a criação coletiva de vídeo, o WeVideo disponibiliza diversas ferramentas para que você possa criar os seus próprios vídeos. Ele permite que você convide pessoas para criar e editar junto com você, além de salvar o seu trabalho no Google Drive, o armazenamento em nuvem do Google.
 3 – Narrable
Narrable é um serviço que permite que os usuários narre os seus slides. A pessoa hospeda os slides no site e pode ir narrando de forma sincronizada, enquanto os slides passam. Dessa forma, o trabalho se torna muito mais dinâmico, e o aluno, ao invés de escrever um texto, narra as suas impressões sobre o livro.

4 – Wideo

O serviço Wideo permite que o aluno crie vídeos animados com diversos tipos de desenhos, tanto os disponíveis no site, quanto os que já estiverem no seu computador. É possível selecionar os desenhos e colocá-los na ordem desejada para criar uma sequência.
Fonte: Universia

domingo, 10 de novembro de 2013

Navegue por 8 bibliotecas digitais gratuitas


Confira a relação de sites com vários recursos educacionais e pedagógicos, como livros, artigos, estudos, fotografias e vídeos, para auxiliar no seu planejamento e na sua formação.
Se a biblioteca da sua escola ou da sua cidade não possui um acervo muito vasto, a internet pode ser um bom recurso para conseguir bons materiais e publicações de todo o mundo. Para te ajudar, fizemos uma seleção de 8 acervos virtuais com publicações acadêmicas e literárias, biografias, peças de teatro, roteiros de cinema, romances, fotos e vídeos. Incluímos, ainda, os sites com boas seleções de artigos dos pensadores Pierre Lévy e Howard Gardner.
Fonte: Instituto Claro

sábado, 9 de novembro de 2013

A comunidade Livemocha


A comunidade Livemocha é composta por entusiastas da linguagem: professores, especialistas em linguagem, outros aprendizes de línguas, e alto-falantes nativos orgulhosos de sua língua e do património. Os membros da comunidade ajudar uns aos outros a aprender em uma infinidade de maneiras: eles deixam comentários em resposta a exercícios práticos, construir mini-aulas dentro de feedback exercício, ter prática conversas via texto, vídeo ou áudio chat, proporcionar a prática da língua e dicas de cultura, e dar muito -precisavam de incentivo (afinal, aprender uma nova língua não é fácil!).
É universalmente aceite que proficiência em conversação em uma língua é mais eficaz adquiridos e mantidos através da imersão. A comunidade Livemocha oferece aos alunos um ambiente conveniente e seguro para a imersão no idioma e é um componente essencial da metodologia Whole-Part-Whole que faz cursos de idiomas Livemocha eficaz. Depois de um aluno observou como a conversa é realizada e aprendeu o vocabulário e os componentes da gramática, eles podem se envolver em uma série de exercícios com os falantes nativos da comunidade Livemocha. Eles praticam, aprender e realmente se comunicar.

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Sites sobre leitura para crianças e adolescentes

Conheça dois sites fundamentais para professores interessados em saber mais sobre leitura e propostas de formação de leitores.

O QUE TEM conteúdo sobre formação de leitores. O site reúne resenhas, entrevistas e outras ótimas referências sobre o assunto. O objetivo é democratizar a prática da leitura e oferecer um meio de discussão e reflexão.
É IMPORTANTE PORQUE você encontra artigos de especialistas de renome na área, como a argentina Cecilia Bajour e a colombiana Yolanda Reyes. Os textos tratam de temas da prática, respondendo a dúvidas frequentes, por exemplo, como escolher boa literatura para crianças? Outro destaque são as entrevistas com importantes nomes da área, como o escritor britânico Peter Hunt  e a premiada autora polonesa Kveta Pacovska.
 Emilia
O QUE TEM informações sobre o escritor, ilustrador e pesquisador Ricardo Azevedo. O site contém resenhas das obras, ilustrações e artigos acadêmicos do autor.
É INTERESSANTE PORQUE serve como fonte de consulta para professores interessados em pesquisar sobre a literatura infantojuvenil, pois tem artigos que abordam entre outras coisas, temas como a relação entre o texto e as ilustrações numa obra.
ricardo azevedo
Fonte: Nova Escola